Nazi Lauck NSDAP/AO Portugues Boletim de Noticias NS 106-17 . . .

Nazi Lauck NSDAP/AO

Boletim de Notícias NS

Do NSDAP/AO –

Internet Edição em Português

Número 106/17 – primavera 2000/2001 (112)

BOLETIM DE NOTÍCIAS NS é publicado pelo NSDAP/AO em diversas línguas, incluindo Português, Inglês, Alemão, Húngaro, Holandês, Francês, Sueco, Espanhol e Italiano, numa base irregular. O preço da assinatura por doze números é de US$30.00. (Cada número está disponível em CD para computador por US$10.00.)

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Relato das Actividades de 25 de Novembro 2000(111) em Berlim

Berlim, estação de autocarros Berlin-Schönefelde, por cerca das 08:30 horas. Um esquadrão inteiro da polícia local incluindo alguns reforços da BGS (Bundesgrenzschutz), todos bem armados, sistematicamente formaram um cordão à volta da estação e dos seus arredores. Sentia-se o ar muito tenso… Depois, gradualmente, fomos chegando. A um autocarro seguia-se outro, chegavam camaradas de todas as partes da Alemanha; primeiro chegaram os camaradas da secção do NPD de Baden-Württemberg, depois da Bavária, e finalmente até mesmo de Frankfurt e de outros locais. As pessoas cumprimentaram-se umas às outras, formaram e esperaram até ao início da marcha, planeado para as 12:00. Passado pouco tempo, toda a estação estava "na mão dos nacionalistas", camaradas patrulhavam pelo meio de muitos polícias, que geralmente não lidam muito bem com as pessoas: Severas restrições e condições bem como inspecções extremamente precisas eram a regra. Subitamente não era permitido envergar a bandeira negro-branco-vermelha do Reich nem a do partido NPD (numa manifestação oficial do NPD!), e alfinetes de lapela e emblemas, apesar de serem legais até na rfa, também não eram permitidos (incluindo mesmo os emblemas do partido NPD/JN!). E também não era permitido gritar "Aqui marcha a Resistência Nacional!" (na realidade O slogan utilizado nas manifestações), que nos pareceu muito obscuro e ao mesmo tempo nos mostrava a frustração do sistema da rfa e dos seus adoradores… Finalmente, apenas a bandeira negro-vermelho-dourada da rfa era permitida, a qual evidentemente é muito raramente encontrado no nosso círculo. Contudo, a moral dos participantes e a disponibilidade para lutar manteve-se inquebrável. Queriam dar ao regime da rfa uma resposta pelos passados dias e semanas de agitação da comunicação social, queriam mostrar a sua atitude e queriam provar ao povo que NÓS somos a revolta do povo respeitável e não os assassinos e turba de linchadores de proclamados "antifascistas", chamados pelo Schröder e pelos seus lacaios, cuja mote aparenta ser "lutem o fascismo mas utilizem os seus métodos".

Apesar da manifestação daquele dia ter sido organizada pelo NPD, temos de mencionar que para além dos camaradas do NPD/JN também estiveram presentes forças independentes, camaradas da Resistência Nacional bem como secções da Suíça, Inglaterra e mesmo da Escandinávia formaram a massa total de 2500 pessoas. Claro está um imenso número para o Berlim do pós guerra! E na mesma altura, isto formou o prelúdio após ser retirada a proibição relativa à manifestação, que tinha havia sido retirada pelo próprio NPD.

Entretanto, já eram 12:00 e fomos escoltados pela polícia para o nosso comboio especial que se dirigia para Berlim-Mitte. A antecipação já era bastante, e quando o nosso comboio parou na Berlim Ost e nos juntamos à outra metade dos camaradas, que já se encontravam à nossa espera, a euforia alcançou o seu clímax. Todos nós nos colocamos em frente è estação de autocarro, camaradas de Berlim, Saxónia e de todos os lados, juntaram-se e formaram para que a marcha começasse a horas. Os líderes do Udo Voigt, Horst Mahler, Per Lennart Aae, Holger Apfel e outras personalidades da liderança do NPD encontravam-se entre nós. E é evidente que também temos de mencionar as massas da imprensa e da comunicação social Judia, todos a espiar e a babar com as suas câmaras preparadas para a cobertura.

Depois, um quarto de hora mais tarde, chegaram os primeiros carros com altifalantes e foram distribuídas bandeiras, escudos de madeira e megafones. E subitamente a bandeira do NPD já era permitida! A polícia na estação S-Bahnhof Schönefelde tinha-nos mentido, tentando sabotar a nossa manifestações através de esquemas infantis, e vimo-nos obrigados a deixar as nossas bandeiras nos autocarros. Mas esse facto iria provar-se como irrelevante uma vez que a nossa determinação para lutar se tornou ainda mais forte.

Os eventos que se seguiram consitiram da formação das secções do NPD, onde camaradas da mesma "Terra" se juntavam à volta da sua bandeira em particular. A massa da manifestação alinhou e a outrora selvagem massa tornara-se agora numa unidade de colunas em marcha, porta estandartes e porta bandeiras bem como seguranças, esperando apenas o início da marcha. Iria iniciar em breve, mas antes disso, Per Lennart Aae, representante do NPD, deu um discurso que abordava a corrente repressão sobre as pessoas nacionalistas na Alemanha, que causou aplausos em massa e algumas caras furiosas entre a imprensa. A marcha podia começar!

O facto da manifestação ter ocorrido na capital do Reich fez com que alguns camaradas se preocupassem uma vez que esperávamos um número maior dos radicais adiados da "Antifa de Berlim" que, como todos sabem, já tinham demonstrado abertamente o seu terror e vandalismo no 1º de Maio. E ironicamente, os mesmos anarquistas violentos, incendiários e motinadores que na altura lutaram com a polícia, são agora mobilizados pelo próprio regime da rfa para "enfrentarem os Nazis". E no dia anterior à manifestação , Thierse e os seus companheiros já tinham anunciado pela rádio, que "todos os cidadãos respeitáveis devem mostrar a sua resistência contra a turba castanha", e que todos deviam perturbar a manifestação por todos os meios, a qual obviamente teria de acabar em violência e motins! De qualquer modo, o fim seria diferente do que as autoridades da rfa esperavam… E já nesta altura se pode dizer que a proclamada "Antifa" de Berlim era apenas ridícula, miseravelmente e simplesmente de meter dó! Nós éramos mais que eles e posso até dizer que a situação era muito menos crítica do que em Maio deste ano em Fürth. E todos os participantes ficaram com uma boa imagem da "Antifa de Berlim". A totalidade dos difusores do ódio foram uma total falha para o regime da rfa. Thierse e Cia. até mesmo ameaçado com uma massa de 50.000 contra manifestantes, como é evidente, uma massa que nunca apareceu!

As nossas colunas começaram a marchar e dirigimo-nos para a Alexanderplatz de Berlim. Passamos através da "Straße der Pariser Kommune" e pelo interior da "Karl-Marx-Allee", o que por si só já era um triunfo simbólico sobre a escumalha vermelha doutros tempos e mesmo de hoje em dia. Gritamos frases como "Abaixo com a escumalha vermelha!", "Berlim mantém-se Alemão!", "Aqui marcha o NPD!" e "Abram as ruas para a Resistência Nacional!" levaram para longe os últimos restos da escumalha da esquerda. Alguns até se colocaram em frente à sua estátua de Marx que se encontra no meio da rua, tentando defendê-la de algum modo, resultando apenas num resmungo indefeso. Não há qualquer outro comentário a fazer sobre estes "contra manifestantes" na maioria com 14-15 anos… Em adição a isto, os poucos "antifascistas" e outras cabeças ocas pensaram que dariam a impressão de maioria ao seguir-nos durante todo o tempo. Mas este método já for a um falhanço no 1º de Maio.

"Não podem proibir a Alemanha!" e "Argumentos em vez de proibições!" ecoaram pelas ruas de Berlim e mostraram ao povo que a Alemanha ainda está viva e a mexer! Nós tomamos conta das ruas; todo e cada "contra manifestante" teve de aceitar este facto, e foi chocante ver o ódio que foi produzido na mente das pessoas pela lavagem cerebral e agitação da comunicação social da rfa. Jovens, que nem sabiam por que nos odiavam e porque estavam a perturbar a nossa marcha. Completamente enfurecidos gritavam "Morre, Alemanha!" e os planos anti-Germânicos tornaram-se óbvios.

Incansáveis, organizados e com passo firme as nossas colunas marcharam, encabeçadas pelos dirigentes do partido, seguidas pelas secções, pelas ruas de Berlim. Desta vez algumas pessoas juntaram-se espontaneamente à nossa marcha – o que causou surpresa e horror nas caras dos jornalistas da imprensa e da televisão – receberam bandeiras e lutaram lado a lado connosco pela Alemanha. Também têm de ser louvados porque ousaram afirmar-se apesar de todas as mentiras e agitação dos mídia!

Tal como durante toda a manifestação, tudo tinha sido pacífico até agora. Mas quando estávamos quase a chegar à Alexanderplatz houve um pequeno incidente, causado como de costume pelos esquerdistas, "antifascistas" militantes: Um só foguete foi disparado sobre nós e algumas pedras e garrafas voaram. Mas a massiça presença policial daria frutos imediatamente: Numa questão de segundos surgiram vários canhões de água que deram uma banhada literal aos ratos da antifa! Isto foi acompanhado pelos nossos gritos "Mais Água!" e "Repitam!". E depois do último rato ter desaparecido foi produzido um enorme aplauso pelas nossas colunas em marcha o qual encheu as ruas e as nossas bandeiras ondearam triunfantemente sobre Berlim.

Os nossos inimigos (os que estavam nas ruas bem como os que se encontram no Bundestag e noutros locais) já estavam a fumegar de fúria e a situação era diferente do que certas pessoas desejavam… Por isso não é de surpreender que só passados algumas centenas de metros (para desagrado dos nossos inimigos) após o referido incidente a polícia declarou o fim da marcha porque aparentemente estava "uma grande multidão de pessoas" a bloquear-nos o caminho. O que era estranho porque não conseguíamos ver nenhuma "grande multidão de pessoas" (exceptuando nós, claro)! Simultaneamente houve alguns ajuntamentos de pessoas noutros pontos de Berlim para lamentar, juntamente com o "Paizinho Thierse", o facto da Alemanha estar a despertar, mas estes acontecimentos foram longe da nossa marcha.

E também tem de ser mencionado que os relatos da comunicação social do dia seguinte declararam que "a marcha acabou brevemente", o que está totalmente incorrecto uma vez que marchamos por mais de 3 horas e meia até ao final da marcha! Finalmente seguimos as indicações da polícia e entramos apressadamente no comboio preparado especialmente para nós que nos levou outra fez a Berlim-Schönefelde. Mas não sem nos despedirmos com o grito "Iremos voltar!" e ondearmos as nossas bandeiras uma última vez em frente dos olhos da enfurecida multidão esquerdista.

A manifestação foi um sucesso total – e esperamos que também tenha sido um valoroso prelúdio para futuras manifestações deste tipo – para o movimento, o que por outro lado foi provado pelo facto de quase nada ter sido relatado sobre a manifestação na comunicação social pois é bastante invulgar para a rfa admitir que as forças Nacionalistas marcharam sinceramente e respeitavelmente e se afirmaram, e que as únicas prisões e actos violentos foram feitas pelos nossos inimigos, a incitada escumalha vermelha. Mas mesmo que o sistema continue a ocultar as nossas vitórias e a mentir, já sabe que o seu fim está próximo. Esta manifestação, já a quinta (!) em Berlim este ano, é apenas o inicio! E uma vez mais os nossos passos e os nossos slogans irão ecoar nas ruas da Alemanha e a Alemanha e o espírito da Alemanha e o movimento Nacional Socialista irá erguer-se quando gritar-mos novamente: Abram as ruas!

Heil Hitler!

A Última Luta de Jochen Peiper

Jochen Peiper nasceu no dia 30 de Janeiro de 1915 sendo filho de uma família de oficiais em Berlim. Fez parte da Leibstandarte SS Adolf Hitler. Em 1938 tornou-se ajudante do Reichsführer SS Heinrich Himmler. Mas quando a guerra começou, quis servir na linha da frente. Comandou a 10ª companhia SS Leibstandarte A.H. na Polónia, na Holanda, na Bélgica e na França. Em 1941 combateu na Rússia com o 3º batalhão Panzergrenadier do 2º regimento SS Panzergrenadier. Subsitui a 320ª divisão de infantaria do General Postek, cercada em Kharkov. A 19 de Março de 1943 toma Bielgorod. Em Setembro de 1943 está em Itália. Em Novembro do mesmo ano combate pelo Reich em Jitomir e com o 1º exército atravessa o cerco em Kamenets Podolsk. Até Outubro de 1944 combate na Frente Leste. A 16 de Dezembro de 1944 – sobre o comando do 6º exército Panzer de Sepp Dietrich – está na ponta de lança da ofensiva nas Ardénias com a sua 1ª divisão SS Panzer L.A.H.

Avançou até La Gleize perto de Stavelot. Isolado do resto do exército, foi cercado. Mas conseguiria escapar com os seus homens, a pé e sob um frio de gelar, deixando para trás todo o material de guerra. Lutando sempre sobre o comando de Sepp Dietrich, combateu os Soviéticos até ao fim, a ocidente do Danúbio perto de Viena. Do mesmo modo nos alpes em St. Pollen e em Krems onde ele e os seus homens finalmente se renderam aos Americanos. Chegou a SS-Obersturmbannführer e a portador da Cruz de Cavaleiro com Espadas.

Após a capitulação da Alemanha este infalível, mentalmente nobre e incrível bravo soldado foi preso, espancado e humilhado. Foi acusado de ter ordenado a execução de PDG (Prisioneiros De Guerra – Trad.) Americanos em Baugnez nos arredores de Malmedy no decorrer da ofensiva das Ardénias: Capturados pelo Kampfgruppe J.P., os soldados dos E.U.A. capturados foram levados para uma campina onde aguardariam o seu transporte para a linha da frente. Peiper deixou alguns dos seus homens de guarda. Ele próprio conduziu à dianteira dos seus tanques na frente das tropas que seguiam para Ligneuville. Quando a maior parte das tropas do Kampfgruppe chegava a Baugnez, as tropas que lá permaneciam conversavam com os camaradas que tinham ficado para trás. Uma Spähwagen tinha tido uma avaria e estava a ser reparada. Subitamente um soldado sentado num tanque notou que alguns dos soldados Americanos tinham aproveitado a sua passividade e estavam a tentar fugir. Mas um tiro disparado pela sua espingarda causou o pânico entre os prisioneiros que começaram a fugir em todas as direcções. Foram utilizadas metralhadoras de baixo calibre e foram atingidos 21 Americanos no decorrer da fuga.

Após a capitulação os homens da 1ª divisão SS Panzer foram procurados e levados para o campo Zuffenhausen. 400 foram transferidos para a prisão da Câmara Schwäbish nos arredores de Estugarta. As tropas de Peiper eram compostas na maior parte de soldados muito jovens. Um tinha 16, dois tinham 17, onze tinham 18 e nove tinham 19 anos. 22 dos 72 condenados eram portanto menores de 20 anos; todos eles foram torturados de modo a ser obtida qualquer confissão. Peiper foi um exemplo para a sua equipa, e sob o seu comando a equipa portou-se bem. Nunca houve qualquer traição entre as suas unidades. Os homens foram levados para KZ Dachau onde 72 dos 74 acusados foram condenados num julgamento teatral. Um cometeu suicídio, um era Alsaciano e foi entregue a um tribunal Francês. 34 - entre eles Peiper, que foi chamado a prestar contas pelas acções dos seus homens – foram sentenciados à morte pela forca, 22 a prisão perpétua, oito a 20 anos de cadeia, onze a dez anos de cadeia. O julgamento foi novamente repetido e a sentença de morte substituída pela prisão perpétua. Passados onze anos de custódia, J. Peiper foi o último dos seus camaradas a ser solto em Dezembro de 1956.

Em Janeiro de 1957 começou a trabalhar para a Porsche em Frankfurt. Os sindicatos exigiram a sua demissão. Depois trabalhou para a VW em Estugarta, mas foi despedido também devido à agitação da esquerda. Visto isto apercebeu-se que não podia continuar a viver na Alemanha e mudou-se com a sua família para França. Durante a ofensiva de 1940 tinha conhecido a região em redor do Langres Plateau e já nessa altura tinha adorado esse belo e pacífico local. Na altura ajudou um PDG Francês, um nacionalista pró Alemão, que tinha de trabalhar em Reutlingen para alguns parentes de Peiper como um condenado a trabalhos forçados numa garagem. Mas havia um regulamento entre a França e a Alemanha, permitindo a libertação de dois PDG Franceses por cada trabalhador voluntário disposto a trabalhar na Alemanha. Devido à recomendação de Peiper esse homem, Gauthier, foi autorizado a voltar para a sua família. Ele não tinha esquecido Peipere como este tinha de deixar a Alemanha em 1957, foi Gauthier quem o ajudou e vendeu-lhe um moinho de água em Traves. O edifício estava em mau estado de conservação e Peiper não tinha a disponibilidade financeira necessária para restaurar o moinho. O SS-Obersturmbannführer Erwin Ketelhut tomou conta do moinho de água em 1960 e Peiper construiu uma casa em Spannplate, acima da margem do Saone, escondida pelos arbustos, para não ser vista da rua e com a forma de uma fortificação militar. Ele viveu lá – apesar das ameaças e das chamadas anónimas – bastante pacificamente por mais de dezasseis anos.

No dia 11 de Julho de 1976 comprou algum arame para a construção de um canil em Vesoul, a sede daquele departamento. O comerciante era um Alsaciano: Paul Cacheux, militante do partido comunista, reconhecido pelo seu sotaque Alemão foi-lhe perguntado onde tinha estado em França durante a guerra. Peiper pagou com um cheque com o seu nome e endereço. Paul Cacheux procurou o nome de Peiper na "lista castanha" onde se encontravam todos os nomes de Alemães procurados. Passou a informação que tinha à Resistência. A 22 de Junho de 1976 o jornal comunista Francês "L’Humanité" editava: "Que faz este Nazi em França?". Era exigida a partida forçada de Peiper da França. Panfletos acusando Peiper de ser um criminoso de guerra e um Nazi foram distribuídos às pessoas de Traves. "Peiper, entregamos-te a 14 de Julho!" foi pintado nas paredes. O 14 de Julho é o dia da França.

Na manhã de 13 de Julho Peiper enviou a sua mulher, que sofria de cancro, de volta para a Alemanha. Ele não queria deixar a sua casa porque esperava que a queimassem se o fizesse. O seu vizinho Ketelhut sugeriu que passasse a noite no moinho de água mas Peiper rejeitou a sua oferta. Também não queria que Ketelhut ficasse com ele, uma vez que este atiraria sobre qualquer atacante. "Não", disse ele. "Já houve mortes suficientes." Jochen Peiper esperou na varanda da sua casa da qual podia observar o rio Saone. Erwin Ketelhut tinha-lhe emprestado a sua arma. Às 10:30 da noite ouviu ruídos nos arbustos e viu uma dúzia de homens a subir a margem do rio. Deu um tiro para o ar para intimidar os ébrios intrusos. Pediram-lhe que viesse à rua. Ele fê-lo e abriu a porta para falar com eles.

O que aconteceu depois só os marginais só pode ser contado pelos marginais. O corpo do Obtersturmführer Jochen Peiper foi encontrado chamuscado e só com um metro de altura, não tinha mãos nem pés. Morreu por volta da 1:00 da manhã. A casa foi incendiada, e o tecto cedeu. O que aconteceu entre as 10:30 e a 1:00 da noite? Estaria o Obersturmführer vivo quando foi mutilado? Estaria vivo quando o incendiaram? Os marginais despejaram gasolina no chão, e iniciaram-no com uma mistura de petróleo e óleo de motor. Peiper foi deitado no seu quarto de cama, no lado esquerdo com as costas encostadas à parede, e com um braço sobre o peito. Não caiu nada sobre ele. Morreu devido ao calor intenso. O corpo não foi cremado e sim encolhido.

Erwin Ketelhut e os Franceses que tinham conhecido e simpatizado com Peiper compartilhavam a opinião de que este homem cavalheiresco, tendo desafiado tantos perigos, não devia ter morrido deste modo. Os assassinos foram nos seus carros por uma campina até à margem do rio onde estavam já preparadas duas barcas. Com elas atravessaram o Saone e depois escalaram a margem através dos arbustos. Após o assassínio voltaram fugiram pelos campos, em frente da casa, para a rua. Os bombeiros procuraram as partes que faltavam do corpo no rio. O trabalho de investigação da polícia Francesa durou seis meses. Foram interrogados os comunistas e Vesoul e os membros da Resistência. Ninguém sabia de nada! O caso foi arquivado. Ninguém foi preso ou punido! A área de Traves não é densamente populada, só existem cerca de dez habitantes por kilómetro quadrado. Todos se conhecem e todos sabem da vida uns dos outros.

Os marginais são conhecidos dos habitantes, mas as pessoas nada disseram. Na noite de 13 para 14 de Julho fizemos uma vigília de protesto pelo Obersturmbannführer e portador da Cruz de Cavaleiro Jochen Peiper. A injustiça que lhe foi feita não ficará impune! Com esta morte cruel Jochen Peiper pagou os seus últimos pêsames para com o seu povo e a sua pátria.

História de Natal

Pode ser difícil para nós compreender quão amado se tinha tornado Adolf Hitler para o seu povo, mesmo nos primeiros dias de luta pela sua defesa. Uma indicação reveladora da verdadeira afecção que o rodeava desde o início tem sido preservada pelo biógrafo oficial do Partido, Heinrich Hoffmann, que se lembrou de um incidente sem precedentes que ocorreu em Munique, mesmo antes do Natal, em 1923. Pouco mais de um mês antes, dezasseis camaradas foram baleados mortalmente na Praça Odeon. O movimento tinha colapsado com a tentativa do Putsch de 9 de Novembro, os seus membros estavam mortos, escondidos ou, tal como o Führer, presos. Após a faísca da esperança se ter despoletado e ter sido encharcada em sangue, a Alemanha do pós guerra afundou-se novamente no desespero cinzento do caos social, da ruína económica e da podridão cultural. Isto, portanto, foi o cenário para a cena recontada por Hoffmann naquele triste Dezembro, à sessenta anos…

 

"Os artistas do movimento de Hitler planearam celebrar o natal no Café Blüte na Blütestrasse com uma tableau vivant, entitulada, Adolf Hitler na Prisão.

"Foi-me atribuída a tarefa de encontrar um duplo digno de Hitler. Por acaso cruzei-me com um homem portador de um semblante bastante semelhante ao dele. Perguntei-lhe se estava disposto a tomar parte desta tableau vivant, e ele concordou.

"O extenso salão do Café Blüte estava repleto de pessoas. Um reverente silêncio alojou-se enquanto a cortina subia e se tornou visível uma cela de prisão no palco meio escurecido. Por detrás da pequena janela com barras, podiam observar-se flocos de neve a cair. Numa pequena mesa, com as costas viradas para a plateia, estava sentado um homem. Um coro masculino invisível cantava, Stille Nacht, heilige Nacht.

"Lentamente 'Hitler' voltou-se até ficar cara a cara com a plateia. Muitos pensaram que era o próprio Hitler, e um suspiro parcial atravessou a sala.

"As luzes acenderam, e à minha volta vi homens e mulheres com olhos encharcados, lenços de bolso desaparecendo rapidamente."

Fonte: Hitler Was My Friend (Hitler era Meu Amigo) de Heinrich Hoffmann, Burke Co., London,

Notícias do Movimento

"Rádio-Internet" Nazi: "Programas" semanais (ficheiros de som) em Inglês, Alemão e desde Novembro em Francês. Visite a nossa página na internet no endereço http://www.nazi-lauck-nsdapao.com!

Jonni Hansen: No dia 21 de Novembro Jonni Hansen, líder do DNSB, iniciou a sua sentença de 18 anos de cadeia (por autodefesa!). Envie-lhe cartas de solidariedade! Jonni Hansen, #6592, Postboks 532, DK-3000 Helsengör, Dinamarca.

Dois cocktail molotov atirados à sede do DNSB na Dinamarca só causaram alguns danos mínimos.

Novos Livros na Internet: A tradução Francesa de UMA INTRODUÇÃO AO NSDAP/AO: A LUTA CONTÍNUA! e as traduções Russas de CITAÇÕES DE ADOLF HITLER e HOMENS DAS SS E A QUESTÂO DO SANGUE foram acrescentadas à página do NSDAP/AO. Esta página já contém diversos livros em Alemão, Inglês e mesmo em Búlgaro (OS JUDEUS E A BULGARIA) em Sérvio (HORST WESSEL).

Sérvia: Uma acção de propaganda com autocolantes com a suástica do NSDAP/AO resultaram em pelo menos quatro relatos televisivos – incluindo o endereço do NSDAP/AO (!) – entre 16 e 18 de Novembro. Congratulamos os nossos camaradas Sérvios!

Jogos de computador (quase) banidos: O governo Alemão estupidamente tentou banir os jogos de computador da página do NSDAP/AO… DEPOIS de já terem sido removidos para abrir espaço para outras coisas.

Propaganda grátis: Em Outubro o Ministro da Administração Interna Schily teve a arrogância de dizer na televisão que o povo Americano tem "uma falsa noção de liberdade" e exigiu que o governo Americano encerrasse a página do NSDAP/AO. A 6 de Outubro o maior jornal Alemão, Bild Zeitung, relatou os jogos de computador do NSDAP/AO, o que resultou na duplicação das visitas à página na internet. A 25 de Setembro a revista Alemã Focus editou um artigo sobre a página do NSDAP/AO e citou o funcionário da Polícia Política Rolf Peter Minnier sobre a página do NSDAP/AO "atingir uma nova dimensão de propaganda racista na internet".

Tentativa de Assassínio?: O nosso jovem camarada Axel Reitz foi levado para a sala de emergências do hospital quando os funcionários da prisão onde estava lhe recusaram as injecções de insulina necessárias para a sua sobrevivência! Só intervenção da polícia, alertada pelo seu pai, salvou a sua vida. Já se encontrava inconsciente. O médico indicou que um atraso de mais 30 minutos o teria morto. Uma acção legal contra a prisão já foi iniciada.

Lista de Preços

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