Nazi Lauck NSDAP/AO Portugues Boletim de Noticias NS 101-12 . . .

Nazi Lauck NSDAP/AO

Boletim de Notícias NS

Do NSDAP/AO –

Internet Edição em Português

#101/12 – inverno 1999 (110)

BOLETIM DE NOTÍCIAS NS é publicado pelo NSDAP/AO em diversas línguas, incluindo Português, Inglês, Alemão, Húngaro, Holandês, Francês, Sueco, Espanhol e Italiano, numa base irregular. O preço da assinatura por doze números é de US$30.00. (Cada número está disponível em CD para computador por US$10.00.)

As edições Inglesa e Alemã do BOLETIM DE NOTÍCIAS NS são prioritáriamente orgãos internos. Elas suplementam os jornais tabloídes bi-mensais THE NEW ORDER em Inglês e NS KAMPFRUF em Alemão. (O tabloíde Dinamarquês FÆDRELANDET é um projecto conjunto com o DNSB na Dinamarca.)

Todas as principais moedas em circulação são aceites. (Notas apenas - não são aceites moedas e selos) bem como vales postais internacionais (não são aceites cheques pessoais nem cheques "postgiro".)

Escritores e tradutores dispostos a voluntariar a sua assistência são bem vindos.

NSDAP/AO: PO Box 6414, Lincoln, NE 68506 EUA

A Produção Aumenta!

O novo formato do BOLETIM DE NOTÍCIAS NS - que surge em nove línguas e suplementa os jornais em formato tabloíde do NSDAP/AO - torna possível editar mais núme- ros por ano. Também é oferecido em CD para computador para permitir a sua edição em qual quer ponto do mundo através de impressoras a laser e pela internet. Os nossos camaradas Húngaros tornaram este progresso possível doando uma impressora a laser de formato grande. Obrigado, camaradas!

Juntos Somos Fortes!

Amigos Em Todo O Lado...

Caro Sr. Lauck:

Juntamente envio uma placa e um boné, ambos com a insígnia da polícia de Hamburgo. O meu presente não é para ser visto como um sarcasmo. A sua intenção é demonstrar-lhe que nem todos os agentes da polícia cá aprovaram o seu tratamento pelo auto-proclamado regime democrático. Espero que estes iténs encontrem um lugar de honra na sua casa.

Não é de admirar que o Regime de Bona se esteja a tornar cada vez mais repressivo - está temente! Não pode contar com os seus cidadãos ou até a sua própria polícia. O seu falecimento é apenas uma questão de tempo.

À esquerda: Gerhard Lauck foi raptado na Dinamarca a 20 de Março, 1995, ilegalmente extraditado para a Alemanha, e imprisionado lá até 23 de Março, 1999. Ele passou quatro anos em seis diferentes prisões Europeías - somente por publicar o jornal NS KAMPFRUF na América! As medidas ilegais e sem precedentes tomadas pelo inimigo demonstram claramente que eles temem o NSDAP/AO.

Contra-Ofensiva Legal!

O governo federal dos Estados Unidos cometeu um erro colossal ao declarar Gerhard Lauck um "criminoso condenado" na base da sua auto-intítulada "condenação" na Alemanha - por publicar legalmente um jornal na América!!!

A mais importante (e bem financiada) organização dos direitos cívis nos Estados Unidos, a União das Liberdades Cívis Americana (ACLU), está a providenciar representação legal para Gerhard Lauck.

Esta é uma vitória estratégica! Sem este tipo de apoio, seria praticamente impossível financiar a batalha legal.

"Eu recusei-me a ser criminalizado por praticar o direito de expressão, especialmente pelo meu próprio auto-intitulado governo," declarou Lauck.

As nossas hipóteses de sucesso são muito boas. Ambos o sistema legal Americano e a mentalidade Americana estão do nosso lado. Até a corrente principal dos mídia (!) protestou o ultrajante ataque do governo dos E.U.A. contra a Primeira Emenda.

Os advogados dos dois lados admitem abertamente que este caso poderá percorrer todo o percurso até ao Supremo Tribunal dos E.U.A. . ISSO É EXACTAMENTE O QUE NÓS QUEREMOS!!!

No processo, a tirania de ambos os governos dos E.U.A. e Alemanha será muito eficazmente exposta. Os raptores de Lauck e as suas coortes nos E.U.A. e além mar podem também esperar considerável atenção.

Acções políticas são planeadas para maximizar o impacto.

Como Passei As Minhas Férias

Enquanto surfava pela internet encontrei um anúncio do NPD(Nationaldemokratische Partei Deutschland) para uma manifestação de protesto em Colónia contra a "esposição" itinerante Reemsta que difamava o exército Alemão! (Onde este circo doentio surge, o NPD aponta a sua presença e obtém muita simpatia pública no processo.)

Bem, eu tinha algum tempo livre, então coloquei o cão no canil pelo fim de semana, apanhei um voo barato, e fui demonstrar o meu apoio.

Nenhuma Perda de Estima?

Porque deveria eu apoiar uma demonstração na Alemanha, sendo eu Inglês?

O meu avô voluntariou-se para serviço contra a Alemanha em 1914. Ele foi um de treze irmãos que se voluntariaram. Todos os outros doze foram mortos em serviço activo no exército ou na marinha Britânica.

O meu pai voluntariou-se para a marinha em 1939, mas foi rejeitado por não possuir idade suficiente. Ele ingressou no exército em 1940 no seu décimo oitavo aniversário, o pri- meiro dia em que ele podia servir, e ingressou o Real West Kent, o mesmo regimento no qual o seu pai lutara. Ele perdeu um olho devido a um atirador Alemão na África do Norte e carregou estilhaços no tornozelo e no estômago devido a um morteiro Alemão em Itália até o dia da sua morte. O seu único irmão serviu na tripulação de um bomberdeiro da RAF e morreu num acidente de treino, mas não antes de ter bombardeado diversas cidades Alemãs. Em troca, ambos o meu avô e uma das quatro irmãs do meu pai morreram pelos bombardeamentos Alemães que caíram em Londres. O meu pai era um marcador (ganhando o campeonato de Primeiro Marcador do Exército dois anos seguidos, apesar de nunca ter tido treino de atirador), e tornou-se no primeiro artilheiro do seu regimento. Ele tinha confirmadas mais de quarenta "baixas" Alemães a seu crédito, e no minímo outras dúzias foram acrescentadas ao seu currículo por dar fogo de cobertura para tropas armadas de fúzis.

Eu próprio voluntariei-me para a Real Artilharia, e nos anos de 1980 eu fazia parte do exército Britânico que ocupava a Alemanha.

Haviam todas as hipóteses de que alguém lá tivesse perdido um pai, avó, irmão ou outro ente querido devido ao meu pai, avô ou um dos seus irmãos. Em conjunto, eles devem ter marcado centenas de Alemães. O Alemão que tirou o olho ao meu pai poderia lá estar, muito possívelmente um neto de um dos soldados Alemães que mataram os seus tios poderia estar lá.

Se déssemos ouvidos à propaganda dos Judeus, certamente odiarnos-iamos à primeira vista. Certamente não veríamos qualquer razão para nos auxíliar-mos mutuamente.

A verdade é, evidentemente, que como Nacional Socialistas, é precisamente devido às duas Guerras Mundiais que temos tanto em comum. Nós compreendemos totalmente a futílidade de qualquer guerra novamente entre os nossos - tal como na Sérvia hoje, na qual o fantoche Judeu do Primeiro Minístro Britânico, Tony Blair, tão alegremente comunica o número de mortes Sérvias/Arianas devido aos bombardeamentos OTAN/Arianos).

Temos tantos inimigos em comum, dedicados ao nosso genocídio.

A partir do primeiro momento em que cheguei e me juntei às várias centenas de Alemães maioritáriamente jovens na sua linha de demonstração, eu senti-me bem vindo, nenhuma hostilidade foi demonstrada, e todos os Alemães pareciam genuínamente contentes por ver alguém "do outro lado" a apoiar a sua campanha por justiça para com o soldado Alemão.

A Imprensa

Não tanto a imprensa Alemã, ou, preferencialmente, a imprensa Judaico-Alemã. Ao todo não haviam muitos representantes da imprensa, uma vez que o NPD é tratado com ocultamento na imprensa. Eles são, no final de contas, orgulhosos de ser Alemães, e tal coisa não é aceitável na Alemanha moderna dos nossos dias. Muitos dos jornalistas que apareceram eram obviamente Judeus e estavam entrevistando uma mão cheia de protestantes vermelhos, obviamente consumidores de drogas e alérgicos a sabão, lâminas de barbear e pentes, e tratando-os como se fossem grandes oráculos. Algumas fotografias foram tiradas ao NPD, mas não falaram com ninguém. De qualquer modo é política do NPD não falar com tais jornalistas, uma vez que qualquer comentário é sempre comunicado fora do contexto.

Contudo, quando um dos cães de caça da imprensa Judía viu a tatuagem da Union Jack ( bandeira de Inglaterra - ndt.) no meu antebraço aproximou-se e perguntou se eu era Inglês. Não sendo um membro do NPD, conversei com ele durante algum tempo. É evidente que sou Inglês. Então porque estava eu alí? Não haviam os Nazis (um rápido espasmo de dor percorreu-le a face) tentado assassinar a minha família durante os seu raídes aéreos? Não, respondi-lhe. Eles tinham tido sucesso. E em troca membros da minha família bombardearam crianças e mulheres Alemãs. Então os Alemães na multidão não me odiavam? É evidente que não. Nenhum de nós queria a guerra, mas como cidadãos dos nossos respectivos países as nossas famílias evidentemente responderam ao chamado dos líderes respectivos das nossas nações. A guerra foi um erro, mas não foi culpa dos soldados que a combateram com coragem nos dois lados.

Mas e sobre o holocausto? (Eu já estava à espera desta, e surpreendeu-me ter de esperar tanto.) Não era uma coisa horrível. Seguramente nunca poderia ser justificado? Eu não poderia estar mais de acordo. O assassínio de crianças, mulheres e idosos inocentes. Terrível. As torturas inflingidas a pessoas inocentes. Repúlsivo. A fome deliberada de milhões de cívis, a recusa de auxílio médico aos moríbundos, a legalização da tortura, a construção de campos de destruíção massiva espalhados pelas partes mais civílizadas da Europa, e a desumanização daqueles que os guardavam, ou que desempenhavam um papel de apoio clérical neles? Imperdoável, e não deve jamais ser repetido. A ocupação de uma grande fatia da Europa, e a tentativa de genocídio de um povo inteiro, planeado ao detalhe anos antes? Maléfico. As observações feitas de que nunca acontecera, e aquelas de pessoas que eram próximas ou parentes dos guardas sobre o desconhecimento total? Impossível de acreditar. Mas, assegurei-lhe, eu estava a fazer o que podia para efectuar correcções, e os Alemães que eu conhecera alí não apontavam os pecados do passado contra mim, e sendo assim estávamos prontos a procurar por um futuro melhor juntos.

Através deste pequeno discurso (que eu já havia preparado para tal eventualidade) a face do Judeu havia passado por surpresa, mistificação, concordância, choque, deploração e provávelmente uma dezena mais de emoções conflictuosas. Ele pareceu estar a verificar com qual dos grupos em demonstração estava a falar. Mas o comentário final de que os Alemãos não me culpavam por nada disso pô-lo a balbuciar por um momento. Algumas das pessoas do NPD também observavam um pouco confusas, obviamente não tendo a certeza a que ponto era excêntrico este Inglês. Porque haviam os Alemães de me perdoar? De que estava eu a falar?

Com um cuidadosamente ensaiado olhar de inocência (e um máximo esforço interno para não gargalhar) eu disse-lhe que estava a falar do bombardeamento incendiário de Hamburgo, Dresden e um milhar de outras cidades Alemãs, sobre a política de violações utilizada pelos exércitos Russos; sobre a destruição e genocídio da étnia Alemã na Sudetanlândia e num terço da Alemanha; sobre os campos montados pelas tropas Francesas e Americanas na Alemanha do "Ocidente" que causou a morte de mais cívis após o final da guerra através da fome e da doença do que os que morreram por todas as causas durante os seis anos de batalha; sobre o impresionamento de Rudolf Hess, cujo único crime foi tentar trazer a paz; sobre a étnia Alemã da Prússia, Silésia, etc. que ainda não estão autorizados a retornar às suas terras nativas, nem a receber compensação, em violação directa de outros crimes de guerra, ainda impúnes, ainda não compensados.

Os olhares confusos abandonaram todas as caras. Mas o jornalista o os apoiantes do NPD foram por direcções muito diferentes. Um lado pareceu bastante satisfeito e até começou a rir. O outro lado pareceu enfurecer-se.

Mas crédito onde o crédito é devido. Ele era um professional e rapidamente se recuperou. Eu esperava que ele partisse com uma raiva trovoante ( de facto era essa a minha esperança), mas pelo contrário ele ficou e explicou-me que estava a referir-se "AO" holocausto, e não ao inevitável sofrimento da guerra que afectou ambos os lados. (Uma boa recuperação, pensei). Respondi-lhe que também eu o estava a fazer. A tentativa de exterminação do povo Alemão não era um acto normal de guerra. Não, parecia que ele se estava a referir somente aos Judeus mortos. Respondi-lhe que nada sabia sobre isso, uma vez que só tinha interesse em factos históricos e que só raramente via os filmes de Hollywood que ficcionalizavam estes eventos. Estaria ele a negar isto? Ele respondeu-me que pareciam ter sobrado muitos Alemães. Um país inteiro deles. Eu não podia deixar esta escapar. Não existia também um país inteiro de Judeus algures no Médio Oriente também, perguntei docemente? Ele não voltou a tocar no assunto.

Mas por que estava eu alí? A culpa histórica ou o oposto do exército Alemão não era um assunto exclusivo da Alemanha? Respondi-lhe porque havía ido à Alemanha num dos meus poucos fins de semana livres.

Uma Europa Livre

Expliquei-lhe que a Alemanha era um dos países mais importantes do mundo, ao lado da América, Rússia, China, Japão, e gosto de pensar que, a Grã Bretanha também. A sua economia e a sua posição Central Europeía tornam a Alemanha num grande jogador em qualquer palco do mundo. Mas a Alemanha é única uma vez que é ainda um país ocupado - no Oeste pela Grã Bretanha, França e América (ainda que ela seja um país mais poderoso que pelo menos dois deles, e, deixada à sua sorte, muito possívelmente que todos os três) e a Este pela Polónia e a República Checa ( e uma pequena área pela Rússia).

Expliquei que a Alemanha não possui liberdade de movimentos em matéria militar e de negócios estrangeiros, e que é forçada a pagar compensações a todo e qualquer um que o peça, sobre ameaça de chantagem moral.

Expliquei que o racismo anti-Alemão é a única forma de racismo que sobrou e que é permitido aínda exercer, e que o povo Alemão é forçado a rojar-se e a desculpar-se por todo erro que já possam ter cometido bem como muitos que não cometeram. E que mais de seis milhões de Alemães tiveram as suas terras roubadas, e que ao contrário de outros povos despossados, foi-lhe negado o direito de tão pouco pedir compensação.

Para uma nação poderosa ser forçada a aceitar tal posição é extremamente perigoso. Mais cedo ou mais tarde haverá um afrouxamento (espero que cedo, mas não o disse). Quando o afrouxamento chegar, a Alemanha não só exigirá o seu lugar de direito no mundo, não só o retorno do seu território, mas esperará uma compensação de qualquer tipo também. Eu tinha visto a inevitabilidade disto na Segunda Guerra Mundial (após Versailhes) e em África.

O mundo pode evitar uma grande crise Europeía simplismente pedindo desculpas à Alemanha e montar um tribunal internacional para lidar com o assunto justamente. Nenhum Alemão deseja mais. Nenhuma outra nação pode oferecer menos. Mas ameaçando, chantageando e aspirando a Alemanha, um barríl de pólvora está a ser abastecido, pronto para uma grave explosão. Eu sugeri que um acordo justo iria permitir à Alemanha liberdade quanto a quaisquer outros pagamentos a outras nações; livre uso e desenvolvimento do exército Alemão; a devolução das históricas províncias de Este Alemãs da Prússia, Silésia, Sudelânia, Pomerânia, juntamente com garantias pras as suas actuais (Arianas) populações (seguradas por uma força internacional, mas temporária, de manutenção da paz se necessário); uma desculpa pelos crimes de guerra aliados, e uma aceitação da sua ocorrência (especialmente nos campos montados em solo Alemão após Maio de 1945) e em troca um acordo Alemão de não perseguição a quaisquer pessoas sobreviventes que tomaram parte nestas atrocidades; e finalmente, um assento permanente no Concelho da O.N.U., juntamente com os E.U.A., Rússia, Reino Unido, França e China. (Mas é claro, que eu gostava de um pouco mais para a Alemanha - um governo do NSDAP e a união com a Aústria seriam um bom começo - bem como o fim da O.N.U., mas o dito acima foi mais do que suficiente para começar.)

O Judeu resmungou algo sobre agradecer-me pela entrevista e quão interessante havía sido, e foi embora.

Epílogo

Como é evidente, nada foi publicado. Alguns jornais locais no dia seguinte tinham fadiosos pequenos artigos sobre a manifestação, dedicando diversos centímetros das colunas a citações do rabino que apareceu lá, e algumas fotografias do NPD mostrando manifestantes idosos ("Soldados do Terceiro Reich que não admitiam a sua culpa apesar das provas tão claramente mostradas" era uma citação) ou skinheads ("As novas S.A. da estrema direita") apesar destes dois grupos combinados formarem menos de 10% da manifestação.

Mas eu fiz diversas novas amizades, o meu Alemão melhorou largamente ( apesar de terem pena deste Inglês e todos eles falavam um excelente Inglês), e provei um pouco até de mais a excelente cerveja de Colónia. Por alto, um excelente dia fora de casa!

Agradecemos a este camarada Britânico pelo seu artigo e acima de tudo pelo seu activismo. Aínda mais, agradecemos aos camaradas que traduziram e digitaram este e os outros artigos para as edições em diversas línguas. Camaradas de todo o mundo trabalham conjuntamente no NSDAP/AO. Isto é verdadeira solidariedade Branca em acção!

Notícias Do Movimento

Moscovo

Nos traduzimos regularmente o NS KAMPFRUF para Russo para todos os nossos camaradas da UNIÃO NACIONAL RUSSA (UNR). Alguns artigos também aparecem em outros jornais patrióticos aqui na Rússia.

Os Judeus agora atacam as suas próprias sinagogas com fogo e explosivos - evitando cuidadosamente algum dano mais acentuado - e depois culpam-nos a nós. Tudo isto é seguido de raids políciais. Eles até ensaiaram um ataque no interior de uma sinagoga.

Mas é óbvio quem ganha com tudo isto. Mais e mais pessoas vêm através deste truque.

Estugarda

Embora a marcha em Bremen tenha sido banida, calculámos que os advogados do NPD conseguissem anular esta proibição como haviam feito da última vez. Após a polícia reter o nosso autocarro por duas horas, finalmente seguimos o nosso caminho. Às 07:30 recebíamos as más notícias de que a proíbição se mantinha em efeito.

A polícia seguio o nosso autocarro e não permitíu qualquer alternativa. Contudo, outros camaradas tiveram mais sucesso. Eles organizaram várias demonstrações expontâneas com mais de 500 participantes.

Ao todo, um total de 5000 demonstracções nacionalistas foram mobilizadas!

A polícia invadiu as sedes do NPD. Eles foram extremamente brutos - até apontaram uma arma à cabeça de um membro do pessoal do NPD (!) - e fizeram danos consideráveis.

Nós Nacional Socialistas nunda desistiremos!

Holanda

Uma testemunha ocular relata que aproximadamente cinquenta camaradas Alemães e Austríacos organizaram uma sucedida marcha em memória de Rudolf Hess na Holanda a 31 de Julho.

Ambos a polícia e os vermelhos foram apanhados de surpesa. Não houve detenções nem feridos.

Parabéns!

Áustria

Comrade Küssel: Após 7 anos e meio como prisioneiro político na Áustria por actividades não-violentas, o nosso exemplar camarada Gottfried Küssel - um associado pessoal de ambos Michael Kühnen e Gerhard Lauck - foi finalmente solto a 13 de Julho. Boa sorte, Gottfried!

Dinamarca

O DNSB tem agora um SEGUNDO edifício sede. Nós damos parabéns aos nossos camaradas Dinamarqueses por este grande progresso! O DNSB também opera a única estação de rádio do mundo assumidamente Nacional Socialista.

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