Nazi Lauck NSDAP-AO Nazi Questions and Answers . . .

Nazi Lauck NSDAP/AO

Perguntas e respostas Nacional-Socialistas por A.V Schaeffenberg

O que é "Nazismo"?

É uma contração do termo "Nacional-Socialismo", uma ideologia mundial, cujo ponto central é a preservação da Raça Branca Ariana. A luta por sua permanência é a mais importante já enfrentada pela humanidade, porque é nada menos do que uma luta de vida ou morte por nossa existência. Os Nacional-Socialistas acreditam que países tais como os Estados Unidos só podem sobreviver como uma Nação Branca, porque somente a Raça Branca é capaz de criar uma sociedade civilizada. Ainda assim, sua lealdade primordial pertence aos homens e mulheres brancas ao redor do mundo, não importando onde eles possam residir. Nossa raça - não um pedaço geográfico específico e certamente não um governo - é nossa nação. Como o mártir Nacional-Socialista Britânico William Joyce colocou de forma bem sucinta: "Se você ama sua nação, você é um nacionalista racial. Se você ama sua sociedade branca, você é um racista social. Seja um Nacional-Socialista!"

O que você quer dizer com a palavra "Ariano"?

Um "Ariano" é uma pessoa branca de ascendência Européia e não-judaica. Nós devemos nossa suprema lealdade à nossa família Ariana, porque tudo o que nós somos, como indivíduos e como membros de uma sociedade civilizada, nós herdamos de nossa raça.

Porquê você usa a Suástica?

Ela é o símbolo da Raça Branca-Ariana. É por isso que Adolf Hitler escolheu-a como o emblema da sua ideologia Ariana. Exemplos anteriores têm sido encontrados nas montanhas do Cáucaso, na Ásia Central, onde os Povos "Caucasianos" habitavam por mais de 9000 anos atrás. Ela tem sido usada desde então pelos antigos Gregos, Romanos, Vikings e cada um dos Povos Arianos desde o começo de suas histórias, pois todos eles pertencem à mesma raça que originalmente ela simbolizou. Na antiga língua Ariana, o Sânscrito, "Suástica" significa "o símbolo da boa sorte" e era associada com a luz. É adequado, portanto, que ela continue a exemplificar a visão Nacional-Socialista de esclarecimento racial.

Porquê alguém desejaria uma ditadura nazista?

O Nacional-Socialismo é uma idéia racial, não política, no sentido comum do termo. Ela defende que o valor de qualquer governo é determinado primordialmente por sua habilidade de preservar seus cidadãos Arianos contra a decadência racial e cultural. Adolf Hitler foi eleito para o cargo e subseqüentemente atingiu o poder através do avassalador apoio do Povo Alemão. Suas próprias tradições exigiam que ele governasse através daquela forma em particular. Para os alemães, seu estilo militar de governo estava em sintonia com as tradições deles com Bismarck ou Frederico, o Grande. Os britânicos sentem-se mais confortáveis com sua herança parlamentar e os Estados Unidos foi concebido como uma República Constitucional. Todos os povos devem ser livres para determinar o tipo de governo que melhor reflete seu caráter nacional único e suas questões sociais, que variam de nação para nação. Uma "Democracia-que-se-adapta-a-todos" é nada mais que propaganda usada para esconder as verdadeiras agendas e intenções dos tiranos que posam como representantes eleitos.

O objetivo da Revolução Nacional-Socialista não é subverter esses variados governos, mas expurgá-los de todos os seus elementos anti-Arianos e redirecioná-los para o propósito fundamental que todos devem partilhar: literalmente, a proteção e preservação da Raça Ariana. A dissolução da Civilização Ocidental é diretamente proporcional à sua infecção por não-Arianos. O governo é, portanto, um meio para um fim – um escudo para proteger a existência contínua de uma raça. Como Adolf Hitler disse, "regimes vêm e vão. Raça permanece".

Vocês chamam a si próprios de "socialistas". Isso significa que vocês querem uma economia dirigida pelo Estado?

Os Nacional-Socialistas acreditam na liberdade de empreendimento e nos direitos de propriedade privada, sem intervenção governamental, com exceção de casos em que seja necessário assegurar justas condições entre capital e trabalho. Nós nos opomos aos capitalistas, porque eles abusam de seu poder ao sufocar a competição e atingir a dominação econômica às custas dos trabalhadores e dos consumidores. Depois que a União Soviética caiu, magos financeiros, conhecidos como oligarcas, tipificaram o capitalismo. Enquanto eles se enriqueciam, como o judeu bilionário Mikhail Khodorkovsky, o Povo Russo foi reduzido à miséria.

Ao remover os gêmeos malignos da exploração capitalista e da manipulação comunista, Adolf Hitler permitiu a economia alemã florescesse, enquanto o mundo exterior ainda mergulhava na Depressão. O milagre econômico que ele atingiu foi a causa principal da Segunda Guerra Mundial. Ela foi colocada em movimento no instante que ele colocou o valor do dinheiro na produtividade do trabalhador Alemão. A Alemanha foi subitamente libertada dos banqueiros internacionais que controlavam todas as outras nações industrializadas e isto ameaçou destruir sua rede de lucros mundiais pelo exemplo: na medida em que outros povos não-alemães começaram a seguir o exemplo de Hitler, os ricos manipuladores de marionetes se viram ameaçados de extinção.

Para se salvarem, suas indústrias de filmes e jornais começaram a produzir incessantemente propaganda para inflamar a opinião pública mundial contra Hitler, ao passo que seus políticos comprados, como Churchill e Roosevelt, esquematizavam uma guerra que iria aniquilar a competição com o Terceiro Reich. Os capitalistas sempre usaram seus testas-de-ferro e seus marionetes políticos para insuflar patriotismo artificial entre as massas de gentios sem senso crítico, que pagam em dinheiro e sangue por guerras estrangeiras de agressão econômica, tais como a invasão ao Iraque, para roubar daquele país as ricas fontes de petróleo.

Os Nacional-Socialistas estão menos interessados em controlar a vida econômica, do que em liberar todas as energias criativas inerentes de nossa raça, dando-lhe livre escolha para dirigir seus próprios negócios e buscar o mais alto potencial de sua produtividade natural.

Vocês acreditam em liberdade de religião?

Em nossos quadros, cristãos devotos marcham lado a lado com ateus críticos, ou pagãos adoradores da natureza com agnósticos indiferentes. Todos eles, unidos na sua determinação de criar uma sociedade racialmente unida, respeitando o direito fundamental de cada um de procurar Deus, ou de não procurá-lo, de acordo com as crenças pessoais de cada qual. Nós valorizamos a liberdade espiritual como antídoto para as lutas religiosas que tomaram milhões de vidas em guerras estúpidas. Os Nacional-Socialistas seguem nossos ancestrais desbravadores na sua respeitosa separação mútua entre Igreja e Estado e de acordo com as próprias palavras de Jesus, que urgiu aos seus seguidores a "dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus".

Porquê vocês odeiam os judeus?

Nos últimos milênios, em cada nação da Terra, até o presente momento, os judeus sobrevivem roubando as riquezas dos povos produtivos. Ao mesmo tempo, os judeus entendem que eles consistentemente correm o risco de serem desmascarados como parasitas que são, desde que as populações hospedeiras ainda possuam instinto racial o suficiente para reconhecer sua própria exploração. Daí, portanto, a promoção judaica da miscigenação em todos os níveis da sociedade branca, porque uma raça misturada não é mais capaz de entender o que está acontecendo com ela.

Quanto mais um povo vítima é racialmente poluído, menos ele é capaz de produzir e maior se torna o desarranjo social, até que a civilização finalmente entra em colapso, no caos. A história está recheada com dúzias de exemplos, do Antigo Egito e Roma até os tempos modernos. A América do Norte e o Ocidente já entraram nesse ciclo histórico de declínio, mas podem se libertar somente se Brancos-Arianos suficientes acordarem para o que os judeus estão fazendo, antes que as condições se tornem irreversíveis.

E sobre os seis milhões de judeus mortos por Hitler?

Pergunte ao norte-americano gentio mediano quantos judeus morreram na Segunda Guerra Mundial e ele prontamente responderá, "seis milhões". Pergunte a ele quantos norte-americanos ou cristãos morreram naquele conflito e ele não será capaz de responder. Nem também ele será capaz de responder quantos norte-americanos morreram durante a Guerra do Vietnã e menos ainda quantos morreram na Guerra Civil ou na Guerra pela Independência. Ainda assim, ele está bem certo de que "seis milhões de judeus inocentes foram assassinados pelos nazistas".

Quando esses fatos são trazidos à sua atenção, essa disparidade de consciência freqüentemente o faz imaginar por que ele deveria saber com tanta prontidão sobre o questionável destino de uma minoria de 3% da população, enquanto sabe muito menos sobre os reais sofrimentos de seu próprio povo.

A resposta, é claro, reside no fato de que o número "seis milhões de mortos" como mito de propaganda, foi inventado ainda antes da própria Segunda Guerra Mundial e desde então usado para condicionar psicologicamente os Arianos contra o "anti-semitismo" em geral e contra o Nacional-Socialismo em particular. Interessantemente, os gentios que finalmente descobrem a insuperável criminalidade judaica freqüentemente se desapontam em descobrir que o alegado "holocausto" nunca aconteceu.

Qual é a sua "Solução Final" para a questão judaica, então?

Como é dito a respeito do diabo, "o poder de satã é que as pessoas não acreditam nele". O mesmo é verdadeiro para o judeu. Seu poder reside primariamente na incapacidade dos brancos de o reconhecerem. Eles têm sido habilidosa e incessantemente condicionados com propaganda vinda de todos os níveis de informação pública, a aceitarem os judeus somente como "o povo escolhido" da bíblia, perseguidos por sua religião santa. Mas o papel de vítima profissional é o disfarce por trás do qual o judeu suga o sangue vital – economica e racialmente – de nossa raça. Desmascarar seu papel real no envenenamento da Civilização Branca é o meio mais eficaz de esvaziar seu poder. O mal que ele perpetua contra nós deve desaparecer com a forte luz da exposição.

Como vocês podem resolver o problema racial?

Nós advogamos a remoção de todos os não-Arianos de dentro da Civilização Branca por todos os meios necessários. Os Nacional-Socialistas não acreditam na segregação doméstica, mas sim na total separação geográfica. É racional afirmar que preconceito racial, intolerância e violência só podem existir em sociedades multirraciais. Não pode haver injustiça racial numa nação totalmente branca. No futuro, somente membros de nossa raça poderão ser cidadãos de nosso país. Todos os demais deverão ser excluídos.

Mandar os negros de volta à sua terra natal africana é uma alternativa tradicional. Repatriar os negros resultou no Estado Oeste-Africano da Libéria no século 19 e mais de nove milhões deles realizaram uma petição ao Congresso para os fundos necessários para retornarem ao Continente Negro no começo do século 20. Se muitos milhões de norte-americanos brancos puderam ser enviados ao exterior para assassinar seus irmãos europeus em nome da judiaria internacional na Segunda Guerra Mundial, então a repatriação de negros sob condições pacíficas não é menos realizável. Se a tecnologia norte-americana consegue colocar homens brancos no espaço exterior, ela pode certamente retornar os negros para a África.

Mas os negros são somente parte do agudo dilema racial do Ocidente. Cada nação Ariana deve ser racialmente desinfetada até que nossa civilização seja inteiramente restaurada aos seus habitantes brancos. O primeiro e mais importante passo nessa direção é insuflar o desejo de nosso povo em direção de sua própria preservação como Raça Ariana.

A Guerra no Iraque: Expectativas de Israel

As únicas questões no Oriente Médio são judeus e petróleo. Toda conversa de "liberação" (isto é, conquista) do Povo Iraquiano, ou "luta pela liberdade" são ardis de propaganda desenhados para emocionalmente manipular as massas de goyim (gentios/não-judeus) incapazes de pensar por si próprios, para apoiar essa agressão por motivos ulteriores. É um truque antigo, usado nas guerras do Vietnã, Coréia e na Europa. Os instintos patrióticos podem ser artificialmente inflamados e mal-direcionados por aberrações políticas com intenções de seguir certas agendas secretas. A intervenção norte-americana no Iraque não é diferente e se realizou principalmente porque Ariel Sharon exigiu-a. Ele freqüentemente declarou que nenhum de seus vizinhos árabes seria permitido a atingir paridade militar com Israel, o qual, sozinho no Oriente Médio, possui um arsenal nuclear há pelo menos quinze anos. A farsa pública de George Bush sobre "armas de destruição em massa" define a identidade de seu mestre-de-marionetes sionista, porque tais armas são facilmente encontradas em Israel, não no Iraque. Desde o momento em que o exército de terceira categoria de Saddam desenvolveu um míssil de médio alcance capaz de atingir Israel, a invasão do Iraque se tornou inevitável. Os norte-americanos estão, portanto, lutando e morrendo por uma causa que nada tem a ver com "segurança interna", muito menos "liberação" do Povo Iraquiano há muito abusado.

Por anos, desde a administração do "papai Bush", os Estados Unidos cometeram genocídio contra os iraquianos – especialmente contra suas crianças e idosos – através de prolongadas sanções que tinham efeitos indolores nas forças armadas de Saddam Hussein, mas tinham impacto catastrófico nos serviços hospitalares daquele país. Um estudo das Nações Unidas, na primavera de 2001, estimou que ao menos 200.000 pessoas no Iraque morreram diretamente de causas originando-se do embargo norte-americano a remédios vitais. Saddam pode ter sido um tirano brutal, mas ele não era melhor nem pior do que qualquer outro líder árabe. Seu único "crime" era possuir um míssil que poderia atingir – nunca os Estados Unidos – mas Israel. E essa é a principal causa que o estigmatizou para o envolvimento norte-americano.

Para ser mais claro, também há uma óbvia razão econômica por trás da invasão norte-americana. O Iraque é rico em petróleo e geólogos têm alertado já há algum tempo sobre as fontes de óleo acessíveis estarem se esgotando rapidamente. A palavra-chave aqui é "acessível". Enquanto que o interior de nosso planeta contém reservas de óleo praticamente ilimitadas, a maioria reside em variadas profundidades, onde a extração do líquido valioso é impossível na pior das hipóteses e extremamente caro, na melhor delas. Depósitos relativamente rasos e acessíveis estão se tornando escassos. Tomar o petróleo iraquiano irá ao menos temporariamente adiar o eventual colapso do antiquado complexo industrial ainda dependente de combustíveis fósseis. Como todos sabemos, petróleo equivale à riqueza, pela qual guerras têm sido lutadas desde o cerco de Tróia. Assim como naquela época, hoje também a pilhagem da guerra nunca vai para os soldados comuns que sofrem e morrem pela sua posse, mas sim aos líderes manipuladores seguros em casa.

O passado ensina outra lição apropriada sobre a conquista norte-americana do Iraque: nenhuma guerra na história do mundo jamais foi ganha por um exército multirracial, não importando qual sua vantagem numérica. A humilhação experimentada por nosso país nas mãos de camponeses asiáticos no Vietnã é um exemplo recente. Muitos outros podem lembrar da derrota persa por um punhado de gregos, 2500 anos atrás. Tipicamente, o desempenho das forças armadas norte-americanas, por toda sua suposta esmagadora força tecnológica, tem sido pobre. Na batalha de Falluja, as forças norte-americanas foram bloqueadas e detidas por muitas semanas, apesar de ataques contínuos da força aérea norte-americana. Apesar de apoiados por uma máquina militar equipada com as mais modernas armas, os soldados racialmente misturados dos Estados Unidos estão caindo como moscas diante de um oponente racialmente homogêneo e religiosamente inspirado que não tem poder aéreo, nem armaduras, nem comunicações avançadas e nem artilharia – de fato, nenhum tipo de arma pesada de qualquer tipo. Tudo o que eles possuem são bombas antipessoais e pequenas armas, na maioria ex-rifles russos obtidos de outro fiasco militar, a invasão soviética do Afeganistão. Ainda assim, mais de um ano após a prematura celebração de vitória do Presidente Bush, mais soldados norte-americanos estão sendo mortos no Iraque do que nunca. O efeito do sacrifício deles tem sido o de tornar os norte-americanos o povo mais odiado no mundo. A moral está declinando tanto em casa quanto no exterior. As taxas de suicídio entre o pessoal das forças armadas está atingindo números recordes, assim como os hospitais não conseguem dar conta do cada vez maior número de soldados norte-americanos aleijados, cegos e feridos – para quê? Judeus e petróleo.

Enquanto isso, a "liberação" norte-americana do Iraque tem começado a se parecer com a ocupação alemã da França, ao menos como ela tem sido superdramatizada pelos filmes de propaganda de Hollywood. Na verdade, os franceses eram muito mais simpáticos aos alemães do que os iraquianos jamais serão aos norte-americanos. Milhares de franceses se ofereceram como voluntários para lutar pelo Terceiro Reich na divisão da SS Charlemagne e lutaram com exemplar heroísmo na defesa de Berlim contra os invasores soviéticos. Em forte contraste, um destacamento de iraquianos treinados e equipados pelos norte-americanos se recusou a lutar contra seus compatriotas na primeira oportunidade. Os parasitas ao redor de Bush apregoam muito sobre trazer a democracia ao Iraque, mas somente os políticos aprovados pelos Estados Unidos são permitidos a ocupar quaisquer cargos ou mesmo concorrer nas eleições locais. Nenhuma parte dessa hipocrisia arrogante está sendo esquecida pelo Povo Iraquiano. Ao menos, no entanto, eles não estão sozinhos.

Uma grande e crescente maioria de europeus se opõem ao envolvimento estrangeiro no Iraque. Ainda assim, a maioria dos alegados líderes "democráticos", flagrantemente contra o desejo popular de seu próprio povo, tem se comprometido com o envolvimento no Iraque. Tony Blair, da Inglaterra, é vastamente conhecido entre o Povo Britânico como o "cachorrinho de Bush", uma caricatura na vida real que poderia ser igualmente precisa ao ser aplicada a qualquer um dos marionetes no poder instalados na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Obviamente, uma dívida financeira com os Estados Unidos explica o compromisso deles com a intromissão no Oriente Médio, apesar da oposição ser majoritária em seus países. Por exemplo, que possível interesse poderia ter o Povo Polonês no Iraque, além de algumas migalhas da mesa de vitória dos norte-americanos, sustentada por seus políticos? Felizmente, essa fenda cada vez maior entre as massas dos europeus e seus alegados líderes eleitos tem eficazmente exposto a farsa criminosa da "democracia" mais claramente do que nunca e está nutrindo um desencanto geral com todo o sistema político do pós-guerra, com um notável ressurgimento de um "anti-semitismo" popular.

Mas qual é o futuro da guerra no Iraque? Como um soldado norte-americano disse ao Chicago Tribune na condição de anônimo, "Nós não vamos vencer essa guerra!". Ele citou o ódio universal dos iraquianos para com os norte-americanos. "E porquê não?", ele perguntou. "Ninguém gosta de ser militarmente ocupado. O mesmo povo que é amigável durante o dia está disparando contra nós depois do anoitecer. Nós faríamos o mesmo se os Estados Unidos fosse invadido".

A cada hora que passa da "liberação" norte-americana, a raiva contra a América do Norte se aprofunda e se espalha mais pelo mundo árabe e além. Nosso país é universalmente visado como nada mais do que o arsenal dos judeus, cujo presidente é um fanático religioso evangélico convencido de que Ariel Sharon e sua laia são "o povo escolhido de Deus". Ao ocupar o Iraque, Bush provocou uma situação para uma confrontação muito maior com o islã. O último conflito desse tipo ocorreu cerca de mil anos atrás, quando o papa Urbano II planejou uma cruzada contra o Oriente Médio islâmico para distrair os europeus da crescente insatisfação com a corrupção em seu papado. No final, os cruzados foram derrotados a ponto de aniquilação pelas forças combinadas de Saladino. Atualmente, os chamados "militantes islâmicos" são bem informados sobre o triunfo sangrento de Saladino e referem-se aos soldados goyim ocupando seu país como "os cruzados".

Sem dúvida, os norte-americanos e seus aliados relutantes vão continuar a aplicar uma presença cada vez mais desagradável no Iraque. Mas o preço será muito caro, não somente nos números crescentes de soldados norte-americanos mortos e feridos. O efeito da "liberação" norte-americana tem sido o recrutamento de novas legiões de terroristas. Seu ódio letal aos "cruzados" do século 21 e àqueles que os apóiam, é nosso legado de uma política externa norte-americana totalmente subserviente a um poder estrangeiro que nos arrastou a um abismo do qual não há uma saída evidente. Porque Israel exigiu que um de seus vizinhos árabes fosse eliminado, em ambos os lados no Iraque pessoas tem sido mortas e feridas, com mais ainda por vir. Conseqüências terríveis serão espalhadas ao redor do mundo. Numa profanação da Última Ceia de Cristo, que George Bush diz venerar, uma blasfema transubstanciação está ocorrendo: sangue inocente sendo trocado por petróleo. Os norte-americanos se iludem, no entanto, em imaginar que seu dilema pode ser resolvido simplesmente votando em algum outro candidato para a Casa Branca. Ao fazer isso, eles somente estarão trocando um agente judaizado das finanças corporativas por outro.

Com uma grande ironia, a civilização começou entre os rios Tigre e Eufrates, no que muito depois se tornou conhecido como Iraque. É ali, nesse berço da civilização, que um presidente sionista norte-americano lutou contra a sobrevivência fundamental da própria civilização. O tempo correu a ponto da criatividade humana conceber a sua autodestruição na mesma região. É um longo ciclo, do qual a humanidade pode aprender logo e tomar a ação apropriada, livrando-se da repetição infindável de guerras para tornar o mundo mais seguro para os judeus, ou então perecer para sempre.

Como seria a vida em uma América do Norte totalmente branca?

Um relativo paraíso! Áreas negras e hispânicas transbordando de crimes violentos e miséria pútrida desapareceriam. Os norte-americanos iriam novamente ser capazes de andar sem medo em toda parte pela primeira vez em mais de cinqüenta anos. Assassinatos, estupros e roubos armados iriam cair a praticamente zero. Os grandes depósitos de lixo urbanos nos quais nossas cidades e vilas se tornaram –graças às hordas de subumanos negros e marrons – seriam substituídas por bairros limpos e seguros. Adeus às gangues, aos cafetões, aos traficantes de drogas, aos ladrões. Adeus aos vândalos, aos vagabundos doentes que perambulam pelas ruas, aos "rappers", aos assaltantes. Nos livrar de todos os não-brancos é sinônimo de remover medo e sujeira da sociedade norte-americana. O Povo Branco deixaria de ser vítima em seu próprio país.

A educação, hoje arrastada para baixo por seres racialmente inferiores, iria desencadear o potencial de aprendizado de nossos estudantes, que deixariam de ser aterrorizados em escolas racialmente integradas. Seu condicionamento psicológico para adotar as repulsivas "culturas" da África e da América Latina – algo que os levam a olhar para si próprios como nada melhor do que o mais baixo hotentote – iria ser freado imediatamente.

Epidemias, tais como a AIDS, que foi introduzida vinda da África durante o bicentênio de nossa nação, seria extirpada. Apenas pela característica falta de higiene pessoal, os não-brancos já se infectam com inúmeras doenças. Portanto, nossa raça invariavelmente corre o risco de contaminação através do contato com seres racialmente indesejáveis.

Como os narcóticos são endêmicos às sociedades não-brancas, particularmente às latino-americanas, o vício das drogas não roubaria mais as mentes e almas dos norte-americanos.

Com trabalho apenas para homens e mulheres brancos, o desemprego iria evaporar e postos de trabalho deixariam de ser enviados para além-mar.

A obscena, profundamente pervertida e psicótica imoralidade dos "artistas" não-brancos não iria mais ser promovida como um estilo de vida para nossos jovens.

O melhor de tudo, a miscigenação iria acabar TOTALMENTE, portanto resgatando nossa raça da contaminação racial e extinção.

Hitler perdeu a Segunda Guerra Mundial, portanto o que o faz pensar que você pode ter sucesso onde ele falhou?

O principal objetivo militar de Adolf Hitler era salvar a civilização ocidental de uma dominação soviética. Nisto ele conseguiu sucesso, apesar de lhe custar seu país e sua própria vida. Ele infligiu tantos reveses às forças comunistas que elas não foram fortes o bastante para cumprir o sonho de Stalin de dominar a Europa Ocidental. Como George Lincoln Rockwell dizia freqüentemente, "Adolf Hitler lutou o Álamo da Raça Branca".

Quando um homem dá sua vida para algo em que ele acredita, sua idéia sobrevive a ele, inspirando sucessivas gerações de novos seguidores determinados a tornar sua visão de mundo vitoriosa. O sacrifício do Führer não foi menos "derrota" do que a crucificação de Cristo. Os cristãos foram odiados e difamados por quase quatrocentos anos depois da morte de seu líder e ainda assim eles eventualmente triunfaram. Desde 1945, os Nacional-Socialistas têm sido as pessoas mais odiadas e difamadas do planeta. Apesar de décadas de mentiras e repressão sem precedentes, homens e mulheres brancos de todas as idades ao redor do mundo ainda são inspirados pela "filosofia da vida" de Adolf Hitler. Apesar de nascidos anos após o seu falecimento, na maioria em terras fora da Alemanha, eles estão dispostos a trabalhar e a se sacrificar pela idéia Nacional-Socialista contra a opinião da maioria, freqüentemente se arriscando a serem vítimas de violência, prisão e morte. Este é o tipo de resistência testada com o tempo que sempre origina uma revolução bem-sucedida, não importando os obstáculos contra ela.

Começando em 1776, um terço do Povo Norte-Americano se opôs a George Washington, em nome da coroa inglesa. Quase metade era apática ou hostil ao Congresso, à Constituição e à Declaração de Independência. Quase somente um quinto do Povo Norte-Americano aprovou a Revolução e mesmo essa minoria confinava-se quase que inteiramente em dar somente apoio moral. Muito poucos indivíduos ajudaram aos soldados continentais com comida, roupas ou abrigo, enquanto que o número de homens engajados na luta era minúsculo. Desprezados e ignorados pela maioria de seus compatriotas, os patriotas numericamente muito superados eram fanaticamente inspirados por uma idéia (liberdade), com a qual eles derrotaram o mais poderoso império na Terra. Nós, patriotas raciais, nos vemos refletidos nesse precioso exemplo histórico e confiantemente nos armamos com nossa idéia Nacional-Socialista contra o poderoso império de hoje, que não é mais inglês, mas sim judaico.

Quem foi o Comandante Rockwell?

Nascido em 9 de março de 1918, em Bloomington, Illinois, George Lincoln Rockwell cresceu na Nova Inglaterra, onde ele freqüentou uma faculdade de artes, finalmente ganhando o primeiro lugar em premiação com um pôster em um concurso nacional para a American Cancer Society (Sociedade Norte-Americana do Câncer). Alarmado pelo governo, indústria cinematográfica, redes de rádio e jornais que insistiam que Hitler estava planejando "conquistar o mundo", ele saiu da Universidade Brown em Rhode Island para se juntar à Marinha Norte-Americana um ano antes de Pearl Harbor. Como um piloto naval, ele participou da destruição de vários submarinos alemães e depois serviu na guerra da Coréia. Rockwell foi honradamente dispensado da Marinha como um condecorado veterano no posto de Comandante.

Seguido-se ao seu distinto serviço militar, ele recomeçou sua carreira nas artes como designer gráfico, casou com uma jovem local e criou uma família. Sua vida comum foi perturbada pelas inevitáveis comparações entre as promessas do pré-guerra e as realidades do pós-guerra. Ele tinha lutado para libertar países como Polônia, Checoslováquia e China. No entanto, esses países e muitos outros tinham caído sob a sombra da tirania comunista sem um pio de protesto das mesmas fontes que tinham antes estridentemente urgido ele a pegar em armas contra Hitler. Mais ainda, a própria sociedade norte-americana estava em óbvio declínio – cultural e racialmente. Durante o meio de suas preocupações crescentes, Rockwell se deparou com uma cópia de "Mein Kampf" e ficou chocado com os ofuscantes paralelos entre as condições na Alemanha depois da Primeira Guerra Mundial e da decadência da América do Norte depois da Segunda Guerra Mundial. Anos de profundo estudo e reflexão convenceram-no de que o Nacional-Socialismo era o único antídoto, portanto ele fundou o Partido Nazista Norte-Americano, no outono de 1958.

Junto com um pequeno número de seguidores, ele suportou um longo período de incansável abuso legal e físico nas mãos de seus inimigos nas cortes e nas ruas, mas se tornou internacionalmente conhecido como o mais dinâmico oponente à agitação negróide e à judiaria em todas as formas. No último ano de sua vida, no entanto, ele estava começando a gerar um apelo amplo entre os trabalhadores brancos, entre a juventude e os chefes de família. Depois de demonstrar apoio basal e enraizado na população em várias marchas e demonstrações em Chicago e Louisville, Rockwell foi assassinado próximo de seu escritório nacional, em Arlington, Virgínia. As ações de massa do Comandante e seu sucesso popular motivaram, sem sombra de dúvida, seu assassinato pelos poderes dirigentes de então, que temiam que essa nova atração política pudesse eventualmente levar à queda deles. Mas seus numerosos discursos e dois livros publicados – This Time the World ("Desta Vez o Mundo") e White Power ("Poder Branco") – continuam a inspirar e guiar sucessivas gerações de seguidores.

O Comandante Rockwell era um bravo e eloqüente líder que claramente articulou e pessoalmente epitomizou o Nacional-Socialismo para públicos modernos. Ele será lembrado para sempre como o alto herói que com apenas uma mão levantou a suástica das cinzas da Europa destruída pela guerra para os céus da América.

Os Nacional-Socialistas são "pró-vida" ou pela "livre escolha"?

Nem uma, nem outra. A vida começa com a concepção e uma mulher que extingue essa vida em seu útero comete infanticídio, a menos que circunstâncias muito sérias estejam envolvidas. O aborto é necessário se a vida ou a saúde de uma mãe corre risco com sua gravidez; se sua gravidez é o resultado de estupro; se há claras indicações de que o feto sofre de desordens agudas, geneticamente irreversíveis, de ordem cerebral ou física; e especialmente se a mãe foi fecundada por um pai não-Ariano.

Uma mulher que, em outras condições, procura abortar seu bebê simplesmente porque a existência dele é inconveniente ou indesejável é uma assassina de crianças. Qualquer um que apoia tal criminosa é cúmplice igualmente merecedor do mais severo processo e punição. No futuro estado Nacional-Socialista, crianças saudáveis indesejadas pelos seus pais serão colocadas à disposição para pessoas qualificadas que queiram adotar crianças.

Nós acreditamos que as populações não-brancas do planeta inteiro juntas não valem a vida de uma única criança saudável Ariana.

Mas os nazistas não consideram as mulheres como inferiores aos homens?

A maior cineasta do Terceiro Reich foi Leni Riefenstahl, cujos filmes "Triunfo da Vontade" e "Olympia" são ainda considerados, mesmo por nossos inimigos, como alguns dos melhores filmes já produzidos até hoje. O primeiro helicóptero da história e a primeira aeronave movida a jato foram pilotadas pela mais famosa piloto de testes da Luftwaffe, Hanna Reitsch. A pianista de concertos e "especialista" em Bach, Li Stadelmann, não era apenas a mais aclamada pianista do mundo, mas um membro expressivo do partido NSDAP. Referindo-se à dominação e perversão da música Ariana antes da subida ao poder do partido em 1933, ela declarou: "Agora nossos mestres alemães irão achar intérpretes alemães!". Pinturas por artistas mulheres eram bem representadas na abertura da Casa de Arte Alemã de Munique, em 1937. Exemplos de mulheres que encontraram a liberdade de se superar através do Nacional-Socialismo são muitos.

Muito longe de serem oprimidas, a Revolução de Hitler liberou as mulheres de dezoito anos de depravação e infelicidade resultantes da Primeira Guerra Mundial e o período seguinte. Durante aqueles anos sombrios de decadência marxista-democrática, miséria econômica prevalecente e imoralidade popularizada, as mulheres foram reduzidas a uma condição miserável. Prostituição e pornografia eram grandes negócios; abuso de drogas era desenfreado; a maternidade e a virtude feminina eram ridicularizadas pela mídia de entretenimento; a vida familiar era desintegrada; alienação individual, depressão emocional e suicídio atingiam proporções epidêmicas.

Este pântano social terminal que as mulheres alemãs se encontravam foi transformado do dia para a noite quando Adolf Hitler tomou o leme do Estado em 1933. Restaurando a saúde da economia ao colocá-la sob responsabilidade única do trabalhador alemão e ao expulsar os especuladores judeus com sua imoralidade corporativa, ele aboliu as causas fundamentais da vitimização das mulheres. Não menos importante, sua idéia Nacional-Socialista inspirou as mulheres ao apelar para seus profundos instintos de lealdade familiar e comunidade racial. Mulheres que davam à luz a bebês saudáveis eram honradas com uma bela Cruz das Mães e ajudadas com generoso auxílio do Estado para criar seus filhos. Muitos serviços familiares eram gratuitos para mães alemãs e a educação focalizada, mas não limitada, a saúde, economia familiar, esporte, agricultura e artes. Com generosas garantias de assistência e ênfase pública na família como o núcleo da sociedade, as mulheres prosperaram num renascimento da vida doméstica desconhecida desde gerações anteriores.

Longe de serem restringidas na Alemanha de Hitler, as mulheres foram liberadas e levantadas da humilhação e miséria dos tempos democráticos anteriores, que lembram os nossos tempos atuais, porque os judeus não eram menos responsáveis pelas condições como são agora. A percepção de independência econômica da mulher moderna foi comprada a um preço altíssimo. Suas doenças relacionadas ao estresse e taxas de suicídio atingiram níveis recordes. Sua vida doméstica está em farrapos. E cada vez mais mulheres brancas são estupradas e espancadas, principalmente por negros e mestiços. No mundo totalmente Ariano que iremos construir, tal violência irá cessar e ela poderá retomar sua posição de suprema importância como a fonte da raça superior da humanidade. Como tal, ela é a encarnação de tudo o que nós acreditamos e lutamos.

Comparando respectivamente os "benefícios" da democracia liberal com os do Terceiro Reich, não é de se surpreender que então, muitos milhões de mulheres européias eram seguidoras fanáticas de Adolf Hitler desde os primeiros dias do movimento até o final da guerra e além. Se os Nacional-Socialistas do século 21 conseguirem atingir metade do que ele fez pelas mulheres Arianas, nós iremos ter muito o que comemorar.

A Falácia da "Raça Humana"

Proponentes da democracia insistem que somente uma raça – a "raça humana" – existe. Para eles, "variações" percebidas entre todas as criaturas antropomórficas capazes de andar mais ou menos erguidas em duas pernas são "insignificantes". Quaisquer alegadas "diferenças" entre um escandinavo louro de olhos azuis e um pigmeu preto-azulado podem ser desprezadas como sendo "o resultado inteiramente acidental da cultura e ambiente". "Trocas de localização geográfica e sociedades tradicionais podem resultar no escandinavo eventualmente se tornar um pigmeu e um pigmeu se tornar um escandinavo". Em qualquer hipótese, híbridos e mestiços são "mais fortes, mais saudáveis e mais inteligentes" que espécimes de supostos povos "puros". Racismo é o "pecado original da humanidade" (leia-se, "Humanidade Branca"), além do limite do perdão, apesar de que a mesma "falta" é permitida e até mesmo louvada como sendo "orgulho racial", quando expressada por não-arianos. Como em infindáveis exemplos, For Blacks Only ("Somente para Negros") foi um programa de televisão popular nos Estados Unidos, durante o século passado, quando um programa comparável nomeado "Somente para Brancos" teria sido abominado como "racista". Mais importante ainda, "não pode haver paz ou harmonia universal enquanto todas as chamadas ‘raças’ sejam misturadas em uma única humanidade mundial".

Tais pontos de vista não são somente uma opinião considerada patológica apenas desde as duas últimas décadas. Elas são defendidas por milhões de idiotas intelectualmente preguiçosos como pilares de uma religião com todas as típicas exigências fanáticas e tolerância zero, comuns aos dogmas de mente fechada em toda a parte. Como vítimas voluntárias do tipo reativo, seus seguidores têm desejosamente se rendido às pouco exigentes artificialidades do politicamente correto. Como ratos humanos de laboratório, manipulados em massa de forma pavloviana, estes indivíduos têm sempre achado o conformismo mais fácil e seguro do que pensar por si próprios. A sua democracia colorida é o equivalente do século 21 ao medievalismo, cujos defensores mais devotos queimaram milhares de dissidentes nas fogueiras, junto com livros hereges, durante um período lembrado como a Idade das Trevas.

Hoje, os zelotas igualitários se vangloriam de sua ascendência ideológica vinda dos fundadores dos Estados Unidos. No entanto, a palavra "democracia" não aparece nenhuma vez na Carta dos Direitos (Bill of Rights), nem na Constituição dos Estados Unidos, nem na constituição de nenhum estado dos Estados Unidos. Ela é encontrada, no entanto, entre os discursos e textos escritos de Washington, Jefferson, Adams e todos os primeiros líderes norte-americanos. Eles eram unânimes em sua condenação da democracia como "tirania das hordas", um disfarce político vastamente usado por demagogos corruptos para conquistar pessoas sem senso crítico com promessas exuberantes, mas infundadas.

No mundo real, a democracia é uma ilusão fabricada na Avenida Madison (Nota do Tradutor: famosa rua de Nova Iorque, centro das maiores agências de publicidade dos Estados Unidos, totalmente controlada por judeus) cegando gerações de gentios trabalhadores que têm sido convencidos de que seus votos individuais seriam de alguma forma sinônimos com o desejo de uma maioria infalível. Esse gado impensante, debochado pelos judeus como goyim, são conduzidos pelas técnicas testadas e comprovadas de propaganda política para escolherem entre fulano-de-tal democrata ou beltrano-de-tal republicano. Ambos são somente agentes diferentes da mesma plutocracia, ou governo dos ricos, que é quem governa de fato os Estados Unidos. E como esse gigantesco poder econômico está inteiramente à disposição da agenda sionista, pode ser mais precisamente descrito como judeucracia, o verdadeiro poder que tem dominado a América do Norte e a Civilização Ocidental desde a morte de Adolf Hitler.

Nossos ancestrais desbravadores – a maioria dos quais tinha escravos negros – nos deu não uma democracia racialmente misturada, mas sim uma república constitucional. O mero fato de que a maioria dos norte-americanos não conseguem mais distinguir entre as duas demonstra o quanto imensamente esses indivíduos estão desconectados com sua própria herança e raízes. Sob uma alegada "democracia", alguém nasce automaticamente como cidadão. Não há requerimentos além de nascer dentro de solo dos Estados Unidos e você não precisa sequer falar mais a mesma língua nacional. Isso significa que o voto de um praticamente analfabeto hispânico tem o mesmo valor de um professor universitário branco. E desde que há muito mais latinos irracionais, indiferentes a tudo exceto sua própria etnia, do que o número de professores brancos universitários, os últimos são sempre sobrepujados pela maioria dos primeiros. Essa supremacia numérica da vida real sobre a superioridade intelectual está enraizada na rígida negação de quaisquer diferenças raciais pela democracia. Conseqüentemente, os Ariano-americanos estão testemunhando seu despejo em todos os níveis da sociedade. Liberais envergonhados de sua pele branca recusam-se a reconhecer essa óbvia injustiça resultante de seu zelo mal-direcionado por "justiça" através de igualdade forçada a qualquer custo.

Um certificado de nascimento não é o único requerimento para a cidadania numa república constitucional, no entanto. A cidadania não é um direito gratuitamente entregue porque alguém – qualquer um – tem a sorte de nascer na América do Norte. A cidadania é um privilégio a ser conquistado somente por homens e mulheres pertencentes ao mesmo grupo racial de pessoas que criou nosso país. Eles não eram negros, hispânicos, asiáticos, judeus, árabes ou qualquer outra coisa, a não ser brancos. Nenhum desses outros povos jamais pensou ou sequer expressou simpatia a qualquer coisa remotamente similar a uma república constitucional. Ela é exclusivamente produto da mente Ariana. Deixados a sós, por conta própria, os não-brancos tradicionalmente formam monarquias absolutistas dominadas por tiranos sanguinários, que, por necessidade, impõem crueldades sobre seu próprio povo como a melhor forma de manter as massas selvagens de alguma maneira na linha.

Sobre a contribuição Nacional-Socialista à república constitucional norte-americana, ela será enfaticamente focada nos termos em que declaram que os membros de nossa raça devem ser os únicos membros de nosso estado. A cidadania será disponível aos brancos somente depois de seu décimo oitavo aniversário, quando lhe será dada a oportunidade de provar que entendem os princípios fundamentais do governo e estão bem empregados ou no caminho educacional. Somente então eles poderão participar das eleições de nossos líderes. Essas restrições são baseadas na observação racional de que uma boa liderança de governo não é possível sem um eleitorado informado. A panelinha atual de blocos de votação de eleitores autocentrados está longe disso. Eles são como sacos de batatas empurrados emocionalmente pelos judeus, que gostam de empurrá-los entre o apropriadamente ilustrado jumento democrático (N. do T.: o jumento é símbolo do partido democrata nos EUA) e entre o financeiramente obeso elefante republicano (N. do T.: símbolo do partido republicano nos EUA), com sua gananciosa tromba capitalista. Não é nenhuma surpresa que, desse patético circo eleitoral, no qual os eleitores brancos são claramente marginalizados, surjam mediocridades mal-intencionadas com mentalidades medievais tais como Bush, ou tipos apagados e bobos acenantes como Kerry. Eles são todos testas-de-ferro da judeucracia que os premiou com sua coroa prestigiosa, porém oca. Tendo os judeus poder ilimitado, como poderia ser diferente?

Palhaços criminosos, assim como seus representantes políticos, nunca mais vão envergonhar e trair nossa Raça e Nação, quando o próximo estado Nacional-Socialista que está a caminho, hastear a bandeira com a Suástica sobre a Casa Branca. Somente então os brancos norte-americanos qualificados serão capazes de escolher livremente seus próprios líderes, como eles assim faziam quando elegeram George Washington ou Andrew Jackson. O chocante contraste que tais homens de verdade fazem comparados aos dejetos morais e marionetes dos judeus que os substituíram no Salão Oval, claramente mostra o quão longe vergonhosamente nosso governo decaiu desde que foi concebido, mais de dois séculos atrás. Os liberais que balançam os ombros e dizem "Bem, isso era naquela época; agora estamos no presente", somente revelam uma total ignorância do passado e uma inflexível resistência a aprender desse passado quando paralelos históricos ameaçam desmoronar suas superstições democráticas. "Diferenças raciais não são bacanas nem justas; portanto nós vamos ignorá-las fingindo que elas não existem", é o padrão mental liberal.

A democracia é a versão atual das "Novas Roupas do Imperador", na qual ninguém deve notar a mentira nua e crua da igualdade racial. Vestido com o patriótico manto do Tio Sam, tiranos sorridentes escondem suas verdadeiras intenções e agendas de poder e dinheiro.

Hitler não era um pintor amador falido que impôs seu mal-gosto sobre a arte alemã?

As centenas de pinturas a óleo e guache e ilustrações reproduzidas em "Adolf Hitler, O Artista Desconhecido" (Billy F. Price Publishing Co., Houston, TX, 1984), mostram na maioria catedrais, paisagens, flores, cenas de rua e retratos que a maioria dos espectadores concordariam que somente um excepcional talento poderia ter criado. Esses trabalhos mostram muito claramente que se ele tivesse escolhido um caminho diferente na vida, o mundo se lembraria de Adolf Hitler como um dos artistas mais destacados do século 20.

No período logo após o fim da Primeira Guerra Mundial, massas de judeus ao redor do mundo caíram sobre uma Alemanha derrotada para levar vantagem de sua miséria econômica. "Compre barato, venda caro", era a mesma palavra de ordem que eles seguiram setenta anos depois, quando tipos como Mikhail Khodorkovsky e outros oligarcas kosher vitimaram o Povo Russo, sem condições de defesa, depois do colapso do comunismo soviético. Foram os judeus que degradaram a arte para transformá-la num mero negócio, transformando a criatividade em dinheiro. Pior ainda, o instinto anti-branco deles canalizou-se em ódio para com todas as coisas Arianas através do mundo da arte que eles agora dominam completamente. Estimados trabalhos de arte de antigos mestres eram ridicularizados como curiosidades obsoletas, enquanto os garranchos psicóticos de Picasso e seus colegas judeus eram promovidos como as maiores pinturas de todos os tempos.

Depois que Hitler os expulsou, eles simplesmente se mudaram para os Estados Unidos, onde esses capachos artísticos degradaram a arte na América, da mesma forma como eles tinham feito na Europa. Ele não somente liberou os artistas alemães da dominação judaica, como também inspirou-os com um novo conceito de destino racial. Eles agora tinham uma missão para expressar esse espírito, para visualizar essa missão para seus compatriotas. O resultado foi um corpo de arte único, dinâmico e vibrante ainda avidamente procurado por colecionadores ao redor do mundo.

Portanto, também a loucura repulsiva considerada como "arte" no mundo atual, será substituída pelas verdadeiras obras de arte de criadores Arianos racialmente conscientes, capazes de materializar a alma de nossa raça em pedra, pintura, palavras e música.

"Entretenimento Popular"

O que hoje passa como "entretenimento popular" é vastamente propaganda anti-branca projetada para emocionalmente direcionar e influenciar gerações inteiras contra todos os aspectos da cultura Ariana. Isso porque, a indústria de filmes, televisão e música foi há muito tempo capturada e ainda é dominada pelos judeus, que a usa para sabotar e, principalmente, destruir nossa raça. Com cada vez maior freqüência e cada vez menos sutileza, eles nunca perdem uma oportunidade de insinuar ou abertamente promover a mistura racial, ou difamar e degradar nossa raça. Em seus filmes e programas de TV – os chamados "enlatados" para consumo em massa – os únicos "heróis" brancos são aqueles que transbordam de amor pelos não-Arianos. Mais de um século de tal envenenamento proposital e deliberado, erradicaram qualquer traço de auto-respeito racial de milhões de pessoas em nosso próprio povo, as quais foram convencidas de que adotar os mais baixos dejetos africanos não apenas "está na moda", como também é digno de mérito. A transformação racialmente suicida dessas pessoas jamais teria sido possível sem as décadas de lavagem-cerebral penetrante que destruiu nossa aversão natural aos povos escuros deste mundo.

Na próxima sociedade totalmente branca construída pelo Nacional-Socialismo, o entretenimento popular será completamente expurgado de suas agendas e intenções judaicas e restaurado aos artistas Arianos. Nunca mais nossa raça será levada à autodestruição pelos enganadores profissionais de Hollywood ou MTV, mas sim desfrutar das imagens e ecos de sua verdadeira identidade como a mais elevada raça do mundo.

Você fala dos judeus como se eles fossem uma "raça" de algum tipo, mas eles não são apenas norte-americanos que por acaso acreditam numa religião própria?

 

Entre os próprios judeus, a maior preocupação deles, como repetidamente declarada nos seus próprios jornais, é o que eles se referem ao "perigo da assimilação" no mesmo caldeirão de mistura racial que eles cozinharam para o resto de nós. Enquanto eles estão acima de qualquer crítica ou repreensão em todos os aspectos, o fato de quaisquer gentios virem a se engajar no mesmo tipo de discussão sobre "assimilação", provocaria imediatamente gritos de "racista!" vindos de liberais chocados e mortalmente ofendidos.

Se uma raça pode ser geralmente definida como um grupo de seres humanos geneticamente próximos, que compartilham um conjunto comum de características mentais e físicas herdadas, que os distinguem de outros grupos, então os judeus são inquestionavelmente uma raça. Por exemplo, Tay-Sachs é uma doença hereditária somente achada no sangue de judeus ou de pessoas com alguma ascendência judaica. Ela não ocorre entre gentios.

A aparência facial, com a qual membros individuais de uma raça em particular nascem, como a aparência facial do presidente da Reserva Federal, Alan Greenspan, ou a aparência de "apresentadores" como Seinfeld, claramente identificam tais indivíduos como judeus. Essas diferenças superficiais não são, por si próprias, nem boas, nem más, mas somente ajudam a distinguir uma raça da outra. Os judeus, no entanto, não podem ser culpados somente porque eles são uma raça diferente. E por mais maluco que o seu judaísmo possa parecer ao mundo externo, eles deveriam ser permitidos a praticar livremente as suas crenças sem interferência de ninguém.

Nossa objeção aos judeus nada tem a ver com a religião lunática deles, nem mesmo com a identificação deles como raça própria. Mas sim na persistente e até agora bem-sucedida tentativa deles de dominar e destruir a Civilização Branca. Nisto eles são racialmente motivados e nós não somente temos o pleno e fundamental direito, mas também o mais alto dever de defender nossa raça contra eles. Por mais de dois milênios, os judeus têm se abrigado de seu criminoso comportamento sob a desculpa enganosa de "vítimas de perseguição religiosa", um eficaz álibi para culpar suas próprias vítimas, que ousam reagir contra o controle judaico, como "fanáticos intolerantes". Mas esse é um álibi que não deve deter homens honestos cuja existência racial está em risco.

Criminosos são achados em todas as raças, o que torna os judeus piores do que os outros?

Nenhuma outra raça chega perto do horrível impacto feito em nosso mundo por essa minúscula minoria da humanidade. Um catálogo dos crimes dela exigiria muitos volumes para descrever.

Mais recentemente, a morte, agonia e destruição no Iraque se tornou realidade através da insistência de Ariel Sharon para que as forças dos Estados Unidos neutralizassem a capacidade de Saddam Hussein de atingir Israel. Por razões óbvias, os judeus se determinaram em destruir Hitler e punir os alemães por apoiá-lo, mesmo que isso significasse a morte de dezenas de milhões de gentios na Segunda Guerra Mundial. Apenas vinte anos antes, os sionistas arrastaram os norte-americanos contra sua vontade para a Primeira Guerra Mundial, através do acordo de Balfour, que quebrou a promessa da Inglaterra de proteção aos seus aliados árabes, ao roubar-lhes sua pátria palestina, que então foi entregue aos judeus, com terríveis conseqüências desde então.

Enquanto homens gentios estavam matando uns aos outros nos campos da França para implementar agendas e intenções sionistas das quais eles nada sabiam, a revolução comunista, esmagadoramente judaica, transformava a Rússia em um gulag soviético que esfomeou, torturou e assassinou incontáveis vítimas por mais de setenta anos. Enquanto isso, as ruas das cidades norte-americanas começaram a se molhar com o sangue de homens e mulheres assassinados pelo crime organizado predominantemente judaico, desde "Dutch" Schultz (N. do T.: gangster judeu nova-iorquino – cujo nome verdadeiro era Arthur Flegenheimer – que ainda novo, fez fama entre as gangues juvenis dos anos 20-30 por ser excepcionalmente violento) até a "Purple Gang" de Nova York (N. do T.: uma das mais cruéis quadrilhas de seqüestradores e contrabandistas de bebidas alcoólicas dos anos 20, que operavam a partir da cidade norte-americana de Detroit/Michigan, sob a liderança do gangster judeu "Abe" Bernstein).

Banqueiros internacionais judaicos rasgaram a constituição dos Estados Unidos em 1913, quando o Sistema de Reserva Federal de Warburg roubou do Congresso seu direito a emitir e controlar nosso dinheiro. No século anterior, eles engendraram a Guerra Civil Norte-Americana quando a família Rothschild na Europa instalou seu agente, Judah P. Benjamin, como o Secretário de Estado da Confederação.

Através da história registrada, desde o Mundo Antigo, os judeus têm agido com uma consistência criminosa que desafia a coincidência, subvertendo as civilizações gentias, roubando suas riquezas e assassinando milhões. Mesmo historiadores convencionais hoje reconhecem que Roma não foi queimada por Nero, mas sim por zelotas judeus fingindo ser cristãos. Mais anteriormente ainda, quando Cleópatra era rainha do Egito, ela se tornou fluente em hebraico, para melhor se comunicar (e dobrar) seus ricos credores judeus, os quais mantinham o trono dela sob controle e a forçavam a deixar de cobrar impostos dos parentes judeus destes. Todos os coletores de impostos no reino dela eram judeus, providos de poder para prender e torturar aqueles que não pagavam os impostos, devidamente protegidos por guarda-costas egípcios, povo que eles mutilavam e empobreciam. Os próprios judeus celebram a tomada da antiga Pérsia em uma festa anual chamada de "festival do Purim", durante a qual eles inculcam em suas crianças seu ódio imemorial encorajando-as a histericamente correr atrás de "bonecos de Hamman" (representações dos gentios desprezados por eles), esmagando as cabeças dos brinquedos e pisoteando-os.

A vastidão sem paralelo dessas monumentais ofensas, se espalhando não somente por séculos, mas sim por milênios, dificilmente representa uma pequena amostra dos crimes dos judeus contra a humanidade.

Mas por que os judeus desejariam controlar e eventualmente destruir a civilização?

O Dr. Joseph Goebbels costumava compará-los a um enxame de pragas de batatas, que voam de um campo para outro. Os insetos não conseguem se conter em devorar cada plantação na qual eles pousam. "Os judeus similarmente destroem as nações e povos do mundo", o bom doutor observou.

A analogia dele sugere que os judeus são instintivamente movidos para corromper e arruinar a civilização onde quer que eles a encontrem. Tentar torná-los bons cristãos, como sugerido por Shakespeare em "O Mercador de Veneza", somente dá a eles uma outra oportunidade de se disfarçarem, para ocultar sua vilania ininterrupta. Como parasitas de nascença, nenhuma quantidade de reprogramação pode tornar pragas de batatas em belas borboletas. Mesmo severos processos legais individuais contra poderosos judeus, tais como os infligidos no corrompedor kosher de Martha Stewart (N. do T.: Samuel D. Waksal, fundador da empresa ImClone Systems, com o qual Martha teve um "caso amoroso", aparentemente utilizado como plataforma para a fraude financeira em que se viu envolvida e pela qual foi presa e processada em 2004), ou no oligarca do petróleo, o explorador Mikhail Khodorkovski, preso na Rússia, equivalem como um inseticida relativamente inofensivo. Ao invés disso, o mundo Ocidental precisa ser borrifado com aviões borrifadores de colheitas, com algo bem mais inclusivo. Um documentário nacionalmente transmitido pela televisão expondo a perfídia judaica seria mil vezes mais efetivo do que todas as fontes batismais e condenações em tribunais combinadas.

Como os judeus se tornaram o que eles são, é talvez revelado em suas antigas origens. Eles são provavelmente descendentes dos antigos habitantes semitas da Palestina, talvez os Caanitas mencionados no Antigo Testamento. Cada povo produz uma classe minoritária criminosa e os Caanitas expulsaram a deles no deserto, onde as duras condições poupavam somente os mais fortes e astutos. Desse grupo de perigosos delinqüentes exilados, que formaram sua própria bagagem genética de comportamentos de sobrevivência, a raça judaica pode ter eventualmente emergido, de bandidos de rua aos criminosos de corporações multinacionais de hoje em dia. Eles têm sido uma não-nação de exilados desde então. Um povo similar de criminosos poderia ser criado hoje, se, por exemplo, a população carcerária da América do Norte se reproduzisse exclusivamente entre si, portanto combinando e passando sua hereditariedade delinqüente para as novas gerações de malfeitores, criando assim um novo grupo genético.

Condições desérticas muito exigentes de quatro mil anos atrás também teriam similarmente forçado os exilados Caanitas a combinar-se e a adaptar-se, ou morrer. Muitos, talvez a maioria, morreram. Mas o suficiente – os mais fortes e com mais recursos – sobreviveram para passar sua genética endurecida para as sucessivas gerações futuras, resultando numa raça à parte. Os judeus de hoje são talvez os descendentes dessa antiga classe de exilados semitas, apesar da inevitável "assimilação" com os gentios através dos séculos, à medida que eles vagaram de povo a povo, primeiro se apresentando como inocentes vítimas de "perseguição religiosa", depois se fazendo indispensáveis através do empréstimo de dinheiro, eventualmente envenenando toda a oposição nativa a eles, que se colocava em seu caminho na obtenção de poder, finalmente devorando a riqueza da cultura hospedeira antes de se mudar para outro povo e repetir o processo em outro lugar. Isto explica a infeliz reputação deles como pragas de batata humanas.

Complementando essas especulações históricas, uma interpretação metafísica argumenta que os judeus são parte da mesma força que caracteriza a própria existência; nominalmente, a eterna confrontação de opostos; luz contrastando com a escuridão, calor versus frio, gravidade e matéria, vida e morte através da natureza, etc. É através do processo de luta que a vida se torna mais forte e ganha seu direito à sobrevivência, ou sucumbe e desaparece. Assim também, a raça suprema e criativa deste planeta é confrontada com seu oposto polar. Somente derrotando os judeus pode a Humanidade Ariana cumprir seu destino divino. Perder tal luta pode não somente nos roubar esse potencial ainda não cumprido, como também nos condenar ao mesmo destino que caiu sobre todas as espécies desaparecidas antes de nós: a extinção.

Nisto, nós não somos diferentes dos dinossauros que falharam em prevalecer sobre os seus desafios da época. Aliás, nós nos diferenciamos deles somente nisto; se nós cairmos, ninguém sobrará no futuro para lamentar sobre nossos ossos fossilizados.

Como vocês podem declarar qualquer superioridade da Raça Ariana, quando negros na América do Norte e ao redor do mundo superam numericamente seus competidores brancos e ganham muitas medalhas de ouro, como nas últimas Olimpíadas?

As Olimpíadas foram concebidas exclusivamente por homens Arianos na Grécia antiga. Negros, marrons, árabes, asiáticos ou quaisquer outros povos escuros não tinham nada a ver com os Jogos Olímpicos de nenhuma maneira ou forma. Enquanto era totalmente possível que os judeus pudessem ter sido vendedores de ingressos naquela época, em lugares como o México, o Congo, a Arábia ou China, os únicos esportes de espectadores, eram o canibalismo, guerras tribais e tortura.

Visto que as Olimpíadas tem uma história de mais de dois mil anos, a participação de não-brancos é um assunto muito recente e somente por razões políticas, não relacionadas aos esportes. Para as Olimpíadas de 1936, zelotas anti-Hitler nos Estados Unidos deliberadamente recrutaram um negro, Jesse Owens, para envergonhar os alemães. Apesar disso, o Terceiro Reich conquistou o maior número de medalhas de ouro. Desde então, as Olimpíadas têm sido reduzidas pelos odiadores de tudo o que é branco, de um festival puramente Ariano celebrando a magnificência de nossa raça, para um espetáculo de propaganda promovendo o "multi-culturalismo" – palavra-código para "mistura racial". Onde quer que não-Arianos sejam promovidos hoje, seja nas Olimpíadas ou em qualquer outra situação, a intenção é uniforme em seu objetivo para condicionar brancos, especialmente jovens impressionáveis, em adotar os competidores escuros como heróis superiores. Isto é parte da tentativa atual, em cada um dos níveis da sociedade, para nos extinguir e nos fazer sentir mais fracos do que mais dinâmicos afro-americanos ou outros macacos primitivos.

Apesar da agenda de poluição racial dos propagandistas anti-brancos, as Olimpíadas naturalmente destacam algumas das próprias diferenças raciais que nós somos induzidos a ignorar. Por exemplo, depois de tentar escapar de leões famintos na Nigéria por tantas gerações, os negros tipicamente se superam nas corridas (apesar do famoso poeta britânico, Rudyard Kipling, uma vez ter se referido aos negros como "as bestas mais deselegantes na selva africana"). Assim também, os asiáticos são bons corredores de longa distância: é sempre uma longa caminhada atravessar a China! Em competições exigindo mais cérebro e equilíbrio do que força bruta, tais como o lançamento de dardo ou salto em altura, os Arianos costumam liderar o resto.

Ainda mais importante, superioridade racial não pode ser determinada pela relativamente frágil condição do corpo humano. Mohammed Ali, em seu ápice, não poderia ter sobrevivido a um round sequer contra um gorila mediano, assim como o mais rápido corredor da República Popular da China não teria qualquer chance contra um guepardo comum. De acordo com os argumentos para a superioridade não-branca baseados em força física, africanos, vietnamitas e todo o resto são inferiores a maioria dos outros animais.

É o cérebro Ariano campeão que nos distingue como a única raça civilizadora no Planeta Terra e confirma a Supremacia Branca como um fato da vida. Não somente a própria noção de Olimpíadas é um produto exclusivo da nossa mente, como também é a tecnologia que transmite suas imagens ao redor do mundo, a cidade e o estádio onde ela acontece, até mesmo as roupas vestidas e a língua falada (mesmo que distorcida) por seus participantes afro-americanos. Retire dos Jogos Olímpicos os seus detalhes e competidores Arianos e a única coisa que sobrará será um punhado de selvagens nus correndo pela selva. Por outro lado, uma Olimpíada totalmente branca restauraria os Jogos à sua condição original como celebração mundial do Espírito Único Ariano.

Os Nacional-Socialistas criticam a invasão do Iraque pelos Estados Unidos, mas vocês não apoiam nossas tropas?

Nós simpatizamos sincera e profundamente com as famílias de todo o pessoal militar morto ou ferido no Iraque. Apesar de que mesmo Kofie Annan, o presidente negro das Nacões Unidas, reconhece que a invasão do Iraque pelos Estados Unidos é "ilegal", um soldado não pode ser responsabilizado por suas ordens, exceto por obedecê-las. Como Shakespeare disse em Henrique V, "nós sabemos o bastante se nós sabemos que somos súditos do rei. Se a causa dele é errada, nossa obediência ao rei nos limpa de todo o crime. Mas se a causa não é boa, o próprio rei tem uma pesada reflexão a fazer quando todas aquelas pernas, braços e cabeças cortadas em uma batalha se juntam no final do dia e gritam, 'nós morremos em tal local!', alguns gritando por um cirurgião; alguns sob suas esposas deixadas pobres para trás; alguns sob suas crianças cruamente deixadas. Agora, se esses homens não morrem bem, será um caso sombrio para o rei que os deixou assim". Os soldados dos Estados Unidos têm sido mal guiados e enganados pelo Rei Bush II e como tal, eles são vítimas de Israel e das empresas petrolíferas que exigiram a dominação do Iraque.

Enquanto nosso país for dominado pelo dinheiro e pelos judeus, cada geração será requisitada para morrer em guerras necessárias para cumprir os programas estrangeiros das altas finanças e do sionismo. Nós acreditamos que os norte-americanos deveriam lutar e arriscar suas vidas somente quando a liberdade de seu país está claramente em risco, não à vontade de judeus balofos como Ariel Sharon, ou marionetes de empresas multinacionais como George Bush.

Como vocês iriam lutar contra o terrorismo então?

Nenhum político e ninguém na mídia de notícias ousa murmurar uma palavra sobre a real razão por trás da destruição do World Trade Center de Nova York ou da guerra no Iraque; nominalmente, o incondicional apoio do governo dos Estados Unidos a Israel, que tem antagonizado o mundo islâmico inteiro. Esse apoio nos tornou inimigos letais de muitos milhões de árabes, que nunca esquecerão ou perdoarão os tratores construídos nos Estados Unidos que fazem a demolição de casas de refugiados na Palestina, ou de helicópteros fabricados nos Estados Unidos que explodem escolas e hospitais, matando crianças e mulheres inocentes. Se nosso governo renunciasse aos seus laços sionistas, cortasse toda ajuda financeira e militar a Tel-Aviv e publicamente expusesse a influência judaica por trás dos assuntos internacionais, a "guerra contra o terrorismo" seria ganha sem disparar nenhum tiro sequer. Nenhuma "política de segurança nacional", aumento de tropas no Iraque, ou eleições arranjadas por lá, com marionetes políticos, irá prevenir o nascimento de novas gerações de árabes que nos odeiam mais do que amam a própria vida.

Os norte-americanos devem decidir se seu amor irrecíproco com o pequeno estado de Israel vale um futuro de incessante medo e violência escaladora tanto em casa quanto ao redor do mundo.

O que vocês fariam com relação às ameaças da Coréia do Norte?

O presidente Bush, ao responder ao aceno de ordem de seus manipuladores sionistas, comprometeu demais as forças militares norte-americanas no atoleiro do Iraque. Nós estamos fracos demais para lidar com ameaças muito mais perigosas como a dos norte-coreanos, que obviamente estão se aproveitando da nossa distração no Oriente Médio para flexionar seu poder nuclear. Bush ainda exacerbou a crise ao se recusar a dialogar de qualquer forma com os vermelhos, que estão entre os últimos fanáticos de um sistema defunto, sendo mantido politicamente apenas para criar uma distração de sua ideologia fracassada. Eles esperam que o barulho dos sabres atômicos distraiam as massas famintas de seu próprio povo dos chocantes fracassos de seu governo comunista para alimentá-los. Tal barulho de sabres irá certamente se tornar maior e mais perigoso, com real potencial para uma troca nuclear, se os Estados Unidos, preocupados com o Iraque, continuar a ignorar a realidade no extremo oriente.

Uma solução amigável é óbvia, mas aparentemente muito além da visão de um presidente apenas interessado em roubar as reservas de petróleo de outras nações enquanto cumpre planos sionistas. Um líder melhor iria entender que os norte-coreanos estão em uma situação terminal. Presenteá-los com um fornecimento abundante de comida em troca do desarmamento nuclear seria uma oferta que eles não poderiam recusar. Se a Coréia do Norte irá ou não continuar a ser dirigida por marxistas velhos e obsoletos, isto é muito menos significativo do que sua capacidade de armamento atômico. Uma vez que as armas nucleares sejam retiradas, os norte-coreanos não poderão ameaçar ninguém, seja militar ou ideologicamente e a crise será desmontada. Esse é o tipo de diplomacia racional que um governo em dívida com tipos como a Haliburton, Enron e Israel, é incapaz de conceber, mas tipifica a praticidade e decisão Nacional-Socialistas em nome da eficácia e da razão.

Os Nacional-Socialistas vão permitir ou proibir o "casamento gay", tão noticiado ultimamente?

Se os fundadores dos Estados Unidos tivessem imaginado em seus mais terríveis pesadelos que o casamento homossexual seria um assunto a se discutir futuramente na república que eles tinham criado, eles teriam unanimemente aprovado uma emenda constitucional criminalizando tal ultraje na linguagem mais forte possível. Geralmente considerado como o mais civilizado presidente a ocupar a Casa Branca, Thomas Jefferson declarou que lésbicas declaradas deveriam perder suas orelhas e narizes, enquanto que viados não seriam tão "gays" na América do Norte do século dezoito, onde eles teriam sorte se escapassem da castração. O fato de que tal comportamento é agora associado ao "sagrado matrimônio", o mais sagrado vínculo entre dois seres humanos, é uma clara indicação de quão socialmente podre os Estados Unidos e a Civilização Ocidental se tornaram. Não é de se surpreender porque nosso país é conhecido como "O Grande Satã" por todo o mundo islâmico.

A abrupta proliferação de pervertidos nos Estados Unidos tem sido resultado de muitas gerações de más reproduções na população; os elementos mais baixos, mais marginais de nossa população têm sido permitidos a se reproduzir sem controle. O "casamento gay" é outro fruto venenoso da democracia, cujos defensores têm repetido por tanto tempo o mantra mentiroso da igualdade humana. Os exemplos mais monstruosos de retardamento mental, de deformidade física e de degeneração moral, têm sido nutridos com uma simpatia mal-direcionada, apresentados como nossos iguais, ou mesmo superiores e, pior de tudo, permitidos a se reproduzir e a perpetuar seus graves defeitos numa escala exponencial. Esses elementos obviamente inferiores estão alimentando uma explosão populacional que ameaça superar numericamente os norte-americanos sadios antes do final do século 21. É óbvia uma lei da natureza, segundo a qual qualquer raça que não reproduz seus melhores elementos, inevitavelmente sucumbe aos seus mais baixos denominadores.

Muitos, talvez a maioria dos homossexuais e lésbicas, são reconhecíveis, pois herdaram a sua insanidade como aberrações genéticas incuráveis. Eles não são vítimas culturalmente condicionadas, mas abominações anti-naturais que nunca deveriam ter nascido em uma sociedade consciente de reproduzir apenas seu melhor material humano.

Casamento é o Sagrado Matrimônio, contra o qual os liberais esquerdistas e sua laia pervertida têm blasfemado nos termos mais desprezíveis. E novamente ele será assim, quando os Nacional-Socialistas elevarem o amor entre um homem e uma mulher a mais alta posição na celebração, preservação e perfeição de nossa Raça Ariana. Qualquer um que busque novamente subverter esses sagrados votos irá ser impiedosamente empurrado de volta aos chamados "armários" da corrupção moral de onde eles vieram e a porta selada e trancada para sempre.

Os serviços de saúde foram calorosamente debatidos na última eleição. Qual é a posição Nacional-Socialista sobre esse assunto?

A deplorável condição dos serviços de saúde dos Estados Unidos é infame. Bem menos conhecido, é o domínio judaico da indústria farmacêutica norte-americana, que é responsável pelo extravagante custo dos medicamentos. Por exemplo, a Pfizer é a maior fabricante nacional de medicamentos, um monopólio de fato, que estabelece e controla preços. Os serviços de saúde são inacessíveis em grande parte, geralmente porque advogados judeus têm forçado os médicos a pagarem seguros caríssimos do tipo "isento de culpabilidades". Entre as empresas farmacêuticas kosher e os advogados, a atenção médica está rapidamente se tornando cada vez menos acessível a todos, com exceção dos ricos.

Claramente, apenas soluções radicais são capazes de corrigir uma situação que, em qualquer outro caso, é irremediável. No futuro Nacional-Socialista próximo, cada cidadão irá pagar uma taxa nominal de serviços de saúde para assegurar cobertura ilimitada de saúde por toda a vida e mesmo para prover a pesquisa médica. Os bilhões de dólares atualmente sendo desperdiçados em programas federais canalizados para tentar tornar selvagens escuros incuráveis em seres humanos civilizados, perdidos em aventuras exorbitantes como a guerra do Iraque, ou jogados fora em ajuda externa a Israel, serão usados em serviço dos Arianos americanos. As indústrias farmacêuticas irão ser nacionalizadas e os médicos serão pagos decentemente por um estado popular, motivado somente por sua determinação em cuidar de nosso bem estar racial. Depois que nós expulsarmos os especuladores do templo da medicina, a Raça Branca nunca mais irá ser questionada com perguntas como "quanto ela pode pagar" por cuidados de saúde.

A saúde pública e a pesquisa médica, particularmente a prevenção e tratamento do câncer, durante o Terceiro Reich, foi a mais avançada da época na Terra, porque Adolf Hitler estabeleceu um padrão de preocupação social que nós estamos determinados a reviver. Até lá, os serviços de saúde nos Estados Unidos estarão terminalmente doentes e irão continuar a forçar mais e mais norte-americanos à miséria e morte. Essas são as conseqüências lógicas de uma sociedade judaizada, onde o dinheiro domina tudo. Somente em um mundo Nacional-Socialista, onde a saúde racial é primordial, nossa raça poderá viver e florescer.

Os Nacional-Socialistas norte-americanos não favoreceram a nenhum dos candidatos Republicanos ou Democratas para presidente na última eleição. Já houve algum presidente que vocês admiraram?

Os presidentes norte-americanos, de George Washington a Andrew Johnson, epitomizaram em sua maioria a liderança de estado Ariana, porque nosso governo era liderado por homens brancos racialmente conscientes desde sua concepção, até a Guerra entre os Estados. A única exceção durante esse período inicial foi John Adams, que tentou estabelecer uma tirania através de seus Atos de Sedição, a versão do século 18 dos insidiosos "Atos Patriotas" atuais. A era pós-guerra civil testemunhou um grande influxo de judeus, na maioria do leste-europeu, que não perderam tempo em exercer sua influência financeira sobre as políticas da Casa Branca. Conseqüentemente, uma seqüência de nulidades políticas totalmente esquecíveis, como Rutherford B. Hays e Chester Arthur, ocuparam o Salão Oval como facilitadores de caminho para os ambiciosos judeus, que acharam seu primeiro agente verdadeiro em Woodrow Wilson. Ele concordantemente colocou os Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial, como parte de um acordo com a Inglaterra para dar a Palestina aos ladrões sionistas.

Desde então, somente candidatos desejosos em trair sua própria raça ao agir como testas-de-ferro gentios para os interesses judeus, têm sido permitidos concorrer à presidência. Não importa o que as massas de eleitores norte-americanos elejam, a escolha já está pronta nos bolsos judeus. Tão conscientes como nós desse jogo político, os presidentes que mais representaram nossa visão de mundo, naturalmente pertenceram à época inicial na história norte-americana, antes da ascensão da judeucracia que tem controlado nosso país desde 1913. Esses homens incluem Thomas Jefferson (que iniciou a repatriação negra para a África), Andrew Jackson (um ativo racista, que derrotou as tentativas dos financistas judeus em dominar os Estados Unidos), James K. Polk (que invadiu e derrotou o México) e Abraham Lincoln (que iria completar a repatriação dos negros para a África, se tivesse vivido o suficiente).

Mesmo alguns dos marionetes judaicos, desviaram-se um pouco do jugo kosher no qual voluntariamente colocaram seus pescoços para se tornarem presidentes. Em seu segundo volume sobre a vida de Winston Churchill, o historiador David Irving relata um comentário privado feito durante a Segunda Guerra Mundial, em Casablanca, Marrocos, feito por Franklin D. Roosevelt, no qual ele dizia não poder culpar os alemães por ter apoiado os nazistas. "Qualquer outro povo teria feito o mesmo", ele disse, "se esse povo tivesse sido tão maltratado pelos judeus".

Quando Richard Nixon percebeu que tinha sido traído por Henry Kissinger, Herbert Stein e todos os seus outros "conselheiros" sionistas, com os quais tinha se cercado por tanto tempo, ele lamentou ao Reverendo Billy Graham que o poder judaico estava além mesmo do alcance do poder presidencial. Somente alguém fora do sistema pode ser forte o suficiente para algum dia salvar a América do Norte da voracidade judaica, Nixon sugeriu e Graham concordou que, se tal homem surgisse, ambos o apoiariam.

O mais notável dos recalcitrantes chefes de estado foi John Fitzgerald Kennedy, o último homem a atingir a Casa Branca com dinheiro gentio. O pai dele, Joseph P. Kennedy, era um dos homens mais ricos do país. Alguma parte do instinto racial de J.F.K aparentemente emergiu de sua presidência estilo playboy, ao ver o muro de Berlim, que ele visitou em sua primeira viagem à Alemanha. A feia barreira comunista provocou nele alguns comentários condicionais, mas sem dúvida excepcionais, sobre Adolf Hitler. Ele então se dirigiu até Berchtesgaden e ao "Ninho da Águia" do Führer, em Obersalzberg.

Depois de visitar esses dois locais, ele declarou: "Vocês podem entender facilmente como daqui alguns anos Hitler emergirá do ódio que o cerca agora, como uma das mais significativas figuras que já viveram. Ele tinha um mistério cercando-o sobre a forma como vivia e a forma de sua morte irá viver e sobreviverá a ele. Ele tinha a essência das quais as lendas são feitas". ("Prelúdio à Liderança, Os Diários Europeus de John F. Kennedy", Washington, D.C.: Regnery Publishing, Inc., 1965, página 74). De acordo com o autor Gore Vidal, em seu livro de 1997, "Palimpsest", Kennedy expressou seu desejo de libertar Rudolf Hess, na época aprisionado na fortaleza de Spandau, em Berlim. Essas declarações levantaram questões sobre os possíveis motivos por trás do assassinato de J.F.K. Os judeus nunca poderiam tolerar um perdão presidencial ao ex-Vice Führer do Terceiro Reich.

À parte dessas raras exceções, a Casa Branca não tem sido ocupada por Arianos racialmente conscientes desde o final do século 19. Desde então, cada chefe de estado têm sido e são nada mais do que bonecos gentios agindo em prol da judeucracia que realmente manda na América do Norte.

Onde os Arianos se originaram e como eles se tornaram a Raça Superior deste planeta?

Um milhão de anos atrás, nossos ancestrais vegetarianos desceram de sua existência arbórea para as planícies do centro-sul da África para colher restos das refeições deixadas por predadores. No processo, esses proto-humanos se tornaram comedores de carne. Para satisfazer seu gosto recém-adquirido, eles foram forçados a aprender como caçar. Desenvolvendo as habilidades necessárias para essa tarefa, estimularam seu desenvolvimento intelectual, adquirindo ainda uma postura ereta e tornando-se corredores bípedes.

Depois de aproximadamente novecentos mil anos de progresso evolucionário, algumas mudanças ambientais fundamentais mudaram os grupos de gamos caçados pelos homo-erectus para fora do centro-sul da África. Eles foram perseguidos pelos elementos mais corajosos, fisicamente dinâmicos e mais capazes intelectualmente desses humanos primitivos. Seguindo as terras de pastagem que retrocediam para o norte da Europa, os animais levaram as sociedades caçadoras a formidáveis ambientes naturais, nos quais o homo-erectus deveria se adaptar ou morrer. A maioria morreu, mas durante a luta pela sobrevivência, ao curso de milênios, alguns poucos sobreviventes ganharam força e inteligência. Com o aparecimento das Eras do Gelo, a interação entre hereditariedade e ambiente produziu uma nova raça de criadores com grandes cérebros, superior em resistência e intelecto a qualquer outra versão de espécie humana.

Há cerca de quarenta mil anos atrás, outro cataclisma natural forçou-os a migrar do Báltico para as estepes da Rússia central e para o Cáucaso, de onde deriva a sua identidade como "Caucasianos". Por muitos outros milênios, eles aperfeiçoaram suas habilidades como bem-sucedidos pastores de gado, até que a pressão populacional forçou-os a migrarem para o Continente Europeu. Lá eles responderam às novas condições ambientais tornando-se os grandes artistas das cavernas de Lascaux e Trois Freres e a civilização Ocidental então nasceu.

Enquanto isso, os descendentes dos homo-erectus que não tinham a coragem, força e inteligência para seguir os bandos de animais em novos e desafiadores territórios continuaram a lentamente evoluir nos menos desafiadores territórios do centro-sul da África. Eles passaram seus traços e características menos estimulados para seus descendentes, que desenvolveram pele escura como resposta à excessiva luz solar e se tornaram as raças negras atuais.

Vocês não lamentam todas as pessoas mortas no recente tsunami no Oceano Índico?

Nós lamentamos a perda de suecos, alemães, Ariano-americanos ou outras vítimas membros de nossa família racial, mas 160.000 mortos nem arranham a imensa população de não-brancos da Ásia. Enquanto alguns evangélicos estão convencidos de que tal cataclisma é uma forma de seu piedoso Yahweh para converter os pagãos para sua antiga religião, é mais provável que a Mãe Natureza, enojada com subumanos demais rastejando em suas costas, tentou se livrar do máximo deles enquanto podia, numa convulsão ocasional. Somente histéricos simplórios ficam verdadeiramente com o coração partido ao ver a forma como a Natureza se livra de tempos em tempos do excesso de criaturas rasteiras antropomórficas.

Os mesmos hipócritas derramando lágrimas e dólares sobre as cabeças de infelizes indonésios são indiferentes a números equivalentes de mortos, na maioria civis, pela guerra feita pelo homem no Iraque, onde mais de um quarto de milhão de iraquianos já morreram durante a guerra e devido às sanções que levaram a ela. A mesma mídia de notícias e personalidades do governo que se comovem sobre a bem noticiada angústia e apreensão sobre as vítimas de um ato de Deus, não derramam uma lágrima sequer pelos não-combatentes bombardeados, fuzilados e incinerados em lugares como Faluja ou Bagdá. Enquanto imagens são repetidas incessantemente das vítimas da inundação marítima nas telas de televisão norte-americanas, está faltando igualmente qualquer compaixão visual pelos homens, mulheres e crianças do Iraque, rotuladas de "insurgentes" anônimos.

Na verdade, todo mundo está tentando explorar a tsunami de 2004 para seus próprios propósitos. Misturadores-de-raça dementes e fanáticos anti-brancos estão usando-a para acelerar seus planos de miscigenação em escala mundial. Liberais que querem ser vistos como beneficientes, se agarram à oportunidade de exorcizar seus demônios de auto-ódio branco. Missionários do tipo "nasci-de-novo" aproveitam a oportunidade da situação para angariarem mais convertidos, com ajuda em uma mão e um batismo na outra, culpando os sofredores de suportar a ira divina por seguir a religião errada. Mais realisticamente, as autoridades indonésias, indianas e do Sri-Lanka olham o evento friamente como uma oportunidade de ouro para o investimento estrangeiro. A vida humana sempre foi barata nos chamados países do "terceiro mundo", por causa do seu valor racial muito baixo. Porquê não lucrar com as circunstâncias, eles concluem, ao se aproveitar de todo o sentimentalismo dos crédulos norte-americanos envergonhados de sua própria cor de pele?

O evento natural também revelou algo sobre os habitantes daquela parte do globo no século 21. Helicópteros do exército dos Estados Unidos entregando suprimentos aos habitantes tribais vivendo em remotas colinas da Indonésia, foram alvo de disparos por selvagens nus usando arcos e flechas. Por toda a região arrasada pelo maremoto, gangues de estupradores violaram tantas mulheres e meninas que inúmeras mães se escondem ainda com seus filhos entre os escombros.

A tsunami também destacou a moderna mentalidade judaizada dos norte-americanos, os quais acreditam que tudo pode ser resolvido com dinheiro. Do meio bilhão de dólares do dinheiro público norte-americano dado ao governo Somoza trinta anos atrás para a ajuda seguinte ao terremoto na Nicarágua, menos de 100.000 dólares foram de fato utilizados para reconstruir o país. O resto desapareceu em contas bancárias particulares ao redor do mundo. A mesma coisa acontece sempre que otários norte-americanos jogam seu dinheiro de consciência pesada em qualquer buraco não-branco, seja ele na América Central ou na Indonésia.

Em contraste, quando a Romênia sofreu um terrível terremoto em 1943, Hitler não deu qualquer dinheiro, mas enviou seus médicos militares, engenheiros da Wehrmacht e aviões de transporte da Luftwaffe carregados de comida e roupas para as vítimas, que se recuperaram em questão de semanas – isto no meio da desesperada luta para salvar a Europa e o mundo da máquina de guerra comunista de Stalin. É claro, a generosidade do Führer não será mostrada no próximo filme de Steven Spielberg, portanto as massas de nosso povo continuarão na ignorância – objetivo da dominante judeucracia, que é a verdadeira catástrofe de nossos tempos.

Como vocês podem dizer que são a favor da liberdade, quando os nazistas na Alemanha queimavam livros?

Durante os "Turbulentos Anos Vinte", a pornografia floresceu como uma das maiores indústrias, pela primeira vez na Alemanha. Livros difamando e denegrindo heróis como Goethe e Wagner substituíram textos escolares normais, condenados como "politicamente incorretos", enquanto qualquer informação contrária sobre raça ou judeus não podia ser publicada. Depois que Adolf Hitler foi eleito ao poder em 30 de janeiro de 1933, uma onda popular de ressentimento surgiu contra aquele vergonhoso estado anterior de coisas e a verdadeira história do que aconteceu foi profusivamente documentada no livro de David Irving, de 1996, chamado "Goebbels, a Mente do Terceiro Reich".

Irving mostra que grupos auto-organizados, formados na maioria por estudantes colegiais ao redor do país, espontaneamente entregaram imensas pilhas de revistas sexualmente pervertidas, panfletos comunistas e vários tipos de materiais anti-alemães para pilhas de lixo em chamas, onde esses depósitos de papel higiênico escrito justamente pertencia. Nenhum oficial do governo do Reich ordenou as fogueiras ou participou nas demonstrações, exceto o Dr. Joseph Goebbels, que foi convidado pelos estudantes a fazer um único discurso improvisado de dez minutos na Universidade de Berlim depois que as chamas já tinham sido acesas. Mesmo assim, ele foi duramente criticado depois, tanto por amigos, como por inimigos por sua breve participação. Milhões de pessoas no mundo exterior foram subseqüentemente enganadas pelo narrador de notícias, Lowell Thomas e outros testas-de-ferro gentios, a acreditar que Hitler estava queimando todos os livros não publicados pelos nazistas. Observadores desinformados tiveram a impressão de que depois que a Bíblia e as obras de Shakespeare tivessem sido reduzidas a cinzas, somente o "Mein Kampf" seria deixado para qualquer pessoa ler.

Na verdade, os alemães, reconhecidos por séculos como o povo mais culto na Europa, estavam se livrando da mesma imundície impressa que atualmente inunda os Estados Unidos. Mas ninguém fora do Terceiro Reich foi informado que os equivalentes da revista "Hustler" ou da "Private Parts" de Howard Stern estavam sendo expurgados da cultura alemã para dar lugar a algo melhor. Enquanto os hipócritas que odeiam Hitler ainda deploram a chamada "queima de livros", qualquer discussão impressa sobre diferenças raciais, visões imparciais sobre o Nacional-Socialismo, críticas aos judeus ou à mistura racial, são mantidas longe do público.

Um bom exemplo disso é o livro "Goebbels", de David Irving, mencionado acima. Apesar de hostil ao sujeito em questão do livro, o autor ousou questionar as declarações de que seis milhões de judeus teriam sido exterminados sob ordem de Hitler. O manuscrito já tinha sido aceito para ser publicado por uma grande editora (St. Martin’s Press) e já estava inclusive em produção, quando ameaças de morte de judeus irados literalmente pararam as impressoras e mataram o livro. Há muitos outros numerosos exemplos, todos muito típicos. Alguns anos antes do caso Irving, muitos milhares de exemplares do livro "O Mito do Século 20", de Alfred Rosenberg, foram impressos privadamente e guardados em um armazém que foi incendiado por criminosos da Jewish Defense League (JDL, ou "Liga de Defesa Judaica"). Todos os livros foram perdidos.

Os norte-americanos não sabem (ou não se importam) que cada grande e média editora em seu país oferece como contrato padrão aos autores, uma cláusula especificando que nada considerado pelos editores como sendo "racista" ou "pró-fascista" será permitido ser impresso. Por toda a Europa, autores Nacional-Socialistas que tentam publicar suas obras, mesmo em edições limitadas, correm o risco de serem presos, multados e condenados. Imediatamente após a Segunda Guerra Mundial, os "libertadores" aliados da Alemanha conquistada baniram e literalmente queimaram centenas de milhares de livros – a maioria dos quais tinha pouco ou nada a ver com "Nazismo".

Como alguém disse uma vez, "a liberdade da imprensa pertence a quem possui uma".

As cores da bandeira da Suástica têm algum significado?

A suástica negra representa o solo de nossas terras – aqueles territórios onde os homens e mulheres Arianos têm se conectado com a Terra por gerações de lutas e criou seu impacto nela com sua cultura única.

O disco branco representa nossa missão – a eterna preservação da integridade racial de nosso povo.

O campo vermelho significa simultaneamente o caráter revolucionário de nosso Movimento Nacional-Socialista e os sacrifícios feitos em sua causa – passado, presente e futuro.

Por causa de suas opiniões raciais, os Nacional-Socialistas teriam se aliado com o Sul dos Estados Unidos durante a Guerra Civil Norte-americana?

O Secretário de Estado da Confederação era um advogado internacional, Judah P. Benjamin. Ele também era um agente da Casa dos Rothschild, a mais poderosa firma banqueira do mundo. Seus diretores estenderam empréstimos para todos os governos europeus e os controlava com juros altos desses mesmos empréstimos. Monarcas endividados não eram pessoalmente preocupados, porque o pagamento de suas dívidas sempre podia ser deixado para seus sucessores. Mas ao fazer isso, eles permitiam a casa dos Rothschild apertar mais seu controle sobre as futuras gerações.

Procurando estender seu domínio financeiro sobre a América do Norte, os banqueiros forneceram abundante ajuda financeira e suprimentos de armas para o necessitado Sul dos Estados Unidos, no antigo jogo de "Dividir e Conquistar". Eles não tinham interesse nem simpatia pelos problemas Sulistas, mas viram a Guerra Civil somente como uma oportunidade para economicamente conquistar o Novo Mundo, da mesma forma como tinham conquistado o Velho Mundo. No entanto, seus esquemas foram seriamente ameaçados imediatamente após o colapso confederado de Abraham Lincoln. Para remediar as feridas do pós-guerra, ele proibiu qualquer ação vingativa contra os Sulistas e ordenou a sua reintrodução amigável aos Estados Unidos como compatriotas norte-americanos. Ao "emancipar" os negros, Lincoln anulou os direitos deles, tornando possível para ele repatriar os negros para a África – especificamente para a Libéria, que já havia sido estabelecida por seu predecessor, Thomas Jefferson, para esse mesmo propósito.

Lincoln estava no processo de criar uma América unida e totalmente branca quando foi assassinado por agentes da Casa dos Rothschild. Seu assassinato foi seguido pelos horrores da "Reconstrução", quando o Sul foi saqueado com tal escala vingativa, que o presidente Ulysses S. Grant foi forçado a emitir um decreto da Casa Branca especificamente feito contra os excessos exploratórios dos "invasores judeus". Mas nem mesmo uma ordem presidencial foi suficiente para prevenir a laia deles de incrementalmente ganhar domínio sobre a riqueza, política e cultura dos Estados Unidos. Como tal, a Guerra Civil e particularmente seu resultado posterior, representou o grande ponto de virada na história norte-americana, marcando o verdadeiro começo da judeucracia que domina nosso país atualmente.

Esse conflito criou as condições para todos os subseqüentes envolvimentos militares, onde gentios eram e ainda são enganados ao imaginar que estão cumprindo seu dever patriótico, quando estão de fato se sacrificando para cumprir objetivos maiores de judeus rasteiros, como Paul Wolfowitz. Em tais guerras, ambos os lados gentios são garantidamente derrotados, não importando quem é o aparente vitorioso. Os sulistas sofreram por gerações sob a injustiça e pobreza da "Reconstrução", assim como o Norte caiu em uma profunda depressão econômica que causou vasto desemprego e epidemias, causando mais baixas humanas em ambos os lados da linha Mason-Dixon, do que a recém concluída guerra.

Enquanto outros líderes Confederados mofavam nas cadeias ou enfrentavam tribunais por "crimes contra a humanidade", Judah P. Benjamin agendou sua passagem de primeira classe para a Inglaterra, onde continuou com sua lucrativa prática advocatícia, vivendo no luxo pelo resto de seus dias. O real vencedor da Guerra Civil tinha desaparecido pelo mar.

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